desenvolvedores front-end e back-end

Empregado ou autônomo: qual o melhor caminho para desenvolvedores front-end e back-end

Trabalhar como autônomo, em contato direto com clientes, ou ser empregado de uma empresa? Ambas são opções que fazem parte da carreira tanto de desenvolvedores front-end como back-end. Muitos, inclusive, passam pelos dois caminhos ao longo dos anos de trabalho.

As duas formas de emprego têm pontos positivos e negativos. Quem é especialista em programar precisa aprender a vender os próprios serviços se quiser atuar como freelancer, além de saber administrar seu próprio empreendimento. Já quem é contratado pelo regime CLT precisa encarar uma carga horária fixa, além de seguir regras e ordens estabelecidas pelo empregador.

Neste artigo, nós vamos ajudá-lo a entender como funciona o mercado para profissionais autônomos e para aqueles que querem seguir carreira como empregado na área de programação.

1) Emprego CLT no mercado de TI

Regulamentação profissional

O mercado de trabalho para profissionais da área de TI contratados via CLT é rodeado de discussões. Projetos de lei pedem a regulamentação da profissão há anos, mas por enquanto não houve resultados concretos.

A SBC (Sociedade Brasileira de Computação), por exemplo, se posiciona contra a regulamentação e diz que o “exercício da profissão deve ser livre e independente de diploma ou comprovação de educação formal”. Ela defende a autorregulamentação da categoria.

Entre os sindicatos patronais e de empregados, a opinião é polarizada. O Seprosp (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do estado de São Paulo) se posiciona contra e o Sindpd (Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do estado de São Paulo) é a favor.

Realidade do mercado de trabalho formal

Segundo o Sindpd, cerca de 58% dos profissionais da área de TI tem ensino superior e 39% tem apenas o ensino médio completo ou superior incompleto.

Em 2015, faltaram mais de 195 mil profissionais capacitados para preencher as necessidades do mercado brasileiro. Até 2019, esse número deve cair para 179 mil com o crescimento de 3% ao ano do mercado, conforme o Sindicato.

Esse avanço atingiu os desenvolvedores web, que têm tido cada vez mais oportunidades com a evolução da tecnologia mobile. 

Um texto publicado pelo site Computer World em 2015 diz que as empresas devem dobrar a capacidade de desenvolvimento de software em 2018 e que vai haver uma “guerra brutal por desenvolvedores”. O artigo apresentou dados de uma pesquisa da IDC, uma das principais empresas de análise do mercado de tecnologia da informação.

Vantagens do emprego fixo

A estabilidade econômica é uma das maiores vantagens, visto que o salário é fixo e em data certa. Isso atrai muitos profissionais, principalmente os que têm família ou querem começar uma. Além disso, as empresas de maior porte geralmente oferecem benefícios extras, como plano de saúde, bônus, férias, plano de carreira e participação nos resultados.

Captação de clientes, organização de atividades, planejamento financeiro, estudo de mercado e cronogramas são determinados pela empresa, não sendo necessário ao profissional conhecimentos específicos de administração ou economia para ter uma carreira bem sucedida na área.

2) Atuação freelancer no mercado

O crescimento da procura por bons profissionais, juntamente com a necessidade de suprir vagas para projetos com prazos mais apertados, gera demanda para aquilo que sempre foi um hobby para muitos desenvolvedores: a carreira autônoma.

Projetos feitos em casa, no tempo livre depois do trabalho, eram engavetados. Hoje, a realidade coloca mais duas opções de trabalho: ser freelancer ou abrir uma startup, maneiras de lucrar com a sua criatividade e trabalhar com mais liberdade, sendo o seu próprio chefe.

Aproveitar uma fatia desse mercado deixou de ser privilégio de grandes empresas de tecnologia.

Muitos desenvolvedores estão preferindo atuar por conta própria ou abrir uma startup em vez de trabalhar como funcionário. Isso tem ligação com a visão de mundo da nova geração de profissionais, que valoriza um estilo de vida sem horários fixos e maior liberdade criativa.

Benefícios do trabalho autônomo

Ter horários flexíveis e trabalhar home office estão entre os benefícios de trabalhar de forma autônoma. Existem vários sites que fazem a intermediação entre contratantes e freelancers para diversos tipos de trabalho. É o caso do 99Freelas e do GetNinjas, entre outros.

A Prolancer, que também é uma plataforma de freelas, fez uma pesquisa com cerca de 2,6 mil freelancers brasileiros. O estudo apontou que 29% são programadores web.

Ainda segundo a pesquisa, a maior parte das empresas que contratam mão de obra avulsa está no Estado de São Paulo (48,64%), seguido pelo Rio de Janeiro (11,43%) e Paraná (6,35%).

Flexibilização e perfil empreendedor

Esse resultado mostra que as empresas estão buscando formas de flexibilização, contratando profissionais para projetos temporários e específicos. A maioria dos que atuam como autônomos é jovem e tem perfil criativo.

Mas é preciso entender um pouco de administração, negócios e economia para conseguir se manter. Saber quais são seus custos, estudar os preços de mercado e os concorrentes é extremamente necessário para os desenvolvedores que querem trabalhar sozinhos.

Com ou sem regulamentação, as profissões relacionadas à área de TI requerem conhecimento e técnica. E não se engane, pois muitas empresas exigem diploma e atualização constante, por meio de certificações em determinados pacotes de software, por exemplo.

Por isso, um curso de graduação é uma base sólida para desenvolvedores front-end e back-end estarem preparados a atuar no mercado. A UnisulVirtual oferece a graduação EaD em sistemas para Internet, capacitando o aluno para entrar no mercado, seja como empregado ou como autônomo!

Já decidiu qual é o melhor caminho pra você? Deixe seu comentário!
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As interfaces digitais são concebidas por designers de interação que não dominam código. Que tal um curso de programação para desenvolvedores front-end?

Programação para desenvolvedores front-end: cruzando a barreira do código

É possível verificar no mercado uma alta demanda para desenvolvedores front-end, porém a dificuldade em identificar o perfil adequado é grande. Muitos recrutadores e profissionais divergem sobre as competências desejadas e necessárias.

Qual nível de habilidade em programação deve ter esse tipo de desenvolvedor? Como estar preparado e capacitado para o mercado? Neste artigo vamos analisar onde fica a fronteira entre o trabalho de programação e o do designer.

Onde começa o trabalho do programador e termina o do designer?

Percebe-se que existem muitas dúvidas acerca deste tema. A pergunta principal é: a programação é pré-requisito para quem tem foco no design? Outra: é perigoso perder o foco no design se houver uma dedicação maior ao código?  Vamos refletir:

Não existem exigências em relação à necessidade de programação para o especialista em design, mas é preciso atentar para determinadas situações. Por exemplo: há profissionais que projetam interfaces muito atrativas no Photoshop, porém apresentam dificuldades e resistência em "traduzir" seus layouts em um simples arquivo HTML que possa ser visualizado no navegador (o mesmo vale para profissionais de conteúdo que não sabem formatar seus textos para a web!).

Pode ser que profissionais com esse perfil, por questões de ordem puramente prática, não sejam a primeira opção selecionada quando aparece um projeto que tem um prazo mais apertado. A falta dessa habilidade gera dependência de outro profissional para a implementação, e a maioria dos projetos exige a elaboração de um protótipo funcional.

Por outro lado, é preciso que haja um equilíbrio, pois se o designer começa a empregar muita energia com o código, o seu processo de abstração e pureza em relação à criatividade pode ficar comprometido, por isso é interessante preservar um certo distanciamento. Esse equilíbrio, vai depender, em boa parte, do ambiente de trabalho, da divisão de atividades dentro de uma equipe, mas uma coisa é certa: quanto menos dependência houver em relação a um programador para ter o protótipo funcional do design rodando no navegador, melhor.

Quando o profissional front-end atinge um meio termo em que um alto nível de criação se combina as técnicas mínimas de programação, é possível validar uma ideia com mais riqueza e mais conhecimento, passando a usufruir de um diferencial no mercado. As oportunidades certamente serão mais acessíveis e amplas.

Qual o perfil de desenvolvedor front-end ideal?

Como já comentamos, a resposta a esta pergunta vai depender muito do cenário em que o profissional estiver inserido. Quem trabalha sozinho precisa ter mais cartas na manga; quem está numa equipe multidisciplinar pode focar mais em apenas criar telas e fluxos de navegação. Selecionamos algumas questões que delineiam melhor o perfil:

  1. Consigo me colocar no lugar do usuário final e propor soluções?
  2. Tenho facilidade em assimilar as necessidades do negócio?
  3. Tenho facilidade em analisar a implementação de outra pessoa e evolui-la ou dar continuidade?
  4. Tenho habilidade em produzir animações e transições de tela?
  5. Consigo enxergar os diferenciais para uma boa experiência do usuário nos diversos dispositivos?
  6. Tenho familiaridade com linguagens e frameworks de desenvolvimento baseados em HTML, CSS, e JavaScript?
  7. Possuo bom raciocínio lógico?
  8. Gosto de arte e de estudar novas tecnologias?
  9. Domino softwares de edição de imagens?
  10. Possuo noções básicas de SEO?
  11. Tenho atitude e disposição para aprender?
  12. Sei comunicar claramente minha visão de um projeto?
  13. Sou um bom ouvinte?

Se a resposta para a maior parte dessas questões foi positiva, você está no caminho certo!

Como vimos a programação para desenvolvedores front-end se soma a outras capacidades para compor o perfil de um profissional que não terá dificuldade em encontrar grandes oportunidades.

Quer aumentar suas chances de sucesso como desenvolvedor front-end?

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Empresas que oferecem uma boa user experience no e-commerce conseguem fazer o usuário a completar o processo de check out e voltar ao site para comprar mais.

User experience no e-commerce: entenda por que é essencial otimizar sempre

Uma das razões pelas quais sites de empresas como Booking.com, Netshoes e Mercado Livre mantém seu sucesso é o investimento constante na user experience das plataformas online de e-commerce, tanto em sua versão desktop quanto nos apps mobile.

Vivemos um período em que os consumidores priorizam experiências agradáveis durante suas compras, e não apenas os preços e os produtos oferecidos pelo mercado. Empresas que oferecem uma boa experiência de compra no e-commerce têm o poder de convencer o usuário a continuar a aquisição - ou seja, fidelizá-lo.

Perder ou fidelizar um cliente são consequências que caminham lado a lado nesse processo. Entender o que é a usabilidade nas compras online é primordial para os profissionais que trabalham com sistemas para a Internet. É isso que vamos explicar neste post. Confira!

O que é user experience no e-commerce?

Quando falamos em usabilidade, estamos nos referindo, em parte, ao um termo que tem se tornado cada vez mais popular: user experience ou experiência do usuário. Entender essa questão é saber como o cliente age na sua jornada de compra, quais são suas vontades e atitudes.

O objetivo é ter consumidores satisfeitos, dispostos a pagar novamente pelo produto ou serviço, a realizar novas compras e a recomendar a empresa.

Fatores que norteiam a usabilidade no e-commerce

  • Páginas responsivas e com funcionamento tanto em PC quanto em mobile já são o básico, o mínimo necessário, para uma boa experiência do usuário no meio digital.
  • Os pagamentos online, especialmente na plataforma mobile: segurança e praticidade devem estar presentes.
  • Pensar na informação disponibilizada também é papel de quem planeja a usabilidade de um site ou aplicativo: muitos dados "pesam" no carregamento das páginas, gerando demora e interrompendo a navegação do usuário.
  • O login social é outro exemplo de praticidade, já que integra o cadastro de clientes com as redes sociais ou contas de e-mail.

Muitos passos até a finalização de um pedido ou valores diferentes podem gerar abandono da compra. Por isso, processos com poucos cliques agradam os consumidores.

Outros fatores fazem parte do planejamento e gerenciamento da user experience no e-commerce: análise de comportamento dos usuários, definição de estratégias de conteúdo, e identidade visual consistente desde a publicidade até a página de check-out e e-mails recebidos pelo comprador, tudo isso gera uma experiência integrada e agradável.

Monitorar os consumidores é uma das principais práticas da user experience e o que determina o rumo do planejamento. Isso é feito, por exemplo, com a aplicação de questionários, verificação da interação nas áreas do site e testes A/B (quando só uma característica é modificada para analisar a resposta dos usuários).

User experience designer versus user interface designer

Com tantas particularidades, essa nova forma de fazer e-commerce trouxe à tona duas novas habilidades para profissionais que atuam com desenvolvimento web: o user experience design e o user interface design.

O user experience design, ou UX design, é focado nos sentimentos causados pelo produto ou serviço no consumidor. O fluxo de tarefas do início ao final da compra e a facilidade oferecida ao usuário são atribuídas ao UX design.

O objetivo é fazer com que a marca e a experiência de compra sejam tão positivas que fiquem guardadas na memória do cliente.

Já o user interface design, ou UI design, é focado na ergonomia, na facilidade de usar e navegar por um fluxo de ações determinado. Projetar as telas com as quais os usuários vão interagir e fazer com que elas estejam conectadas ao fluxo planejado no UX design. Tem mais ligação com a linguagem e programação web.

Isso demonstra que o mercado de e-commerce vem se profissionalizando muito intensamente nos últimos anos, e que exige flexibilidade dos candidatos.

Grandes empresas podem oferecer papéis claros e distintos, mas as pequenas e médias ainda precisam da convergência de várias dessas habilidades em um único profissional.

Mesmo com a crise econômica, as compras online no país cresceram, fato que gerou a abertura de novas lojas virtuais. Portanto, a maioria dos empresários tem pensado nesse comportamento mais exigente dos consumidores e na experiência de compra no e-commerce.

É um bom momento para buscar novas oportunidades no desenvolvimento de sistemas para a Internet. Que tal conhecer o curso de graduação EaD da UnisulVirtual?

E não se esqueça de deixar seu comentário aqui nos contando o que pensa da user experience no Brasil!
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Acompanhe tudo sobre design, criação, e tecnologias web nessa lista de blogs top, selecionados para você, desenvolvedor front-end, ficar sempre atualizado.

Dez sites e blogs que todo desenvolvedor front-end deve acessar

Quem é desenvolvedor front-end sabe que a web está em constante evolução. Por isso, é preciso estar sempre atento às técnicas e ferramentas que surgem no universo do desenvolvimento de interfaces, para desenvolver projetos cada vez melhores.

Mas, assim como qualquer outro profissional, o desenvolvedor front-end pode sentir uma certa falta de tempo, fator que dificulta acompanhar e estudar as incontáveis novas referências publicadas diariamente no mundo virtual.

É por isso que fizemos uma seleção com dez sites e blogs em português e inglês, que são fontes confiáveis e permanentemente atualizadas. Confira quais são eles:

1. Tableless

É um dos maiores sites brasileiros relacionados a front-end. Ele aborda diversos assuntos, incluindo HTML, JavaScript, CSS/SASS, Mobile, UX e Design, tanto para os desenvolvedores iniciantes como para os mais experientes.
ACESSE O TABLELESS >

2. Blog do Maujor

Criado em 2003, o blog do Maujor reúne uma série de matérias e tutoriais principalmente sobre CSS e HTML. Nele, é possível aprender desde os conceitos mais básicos de desenvolvimento até os mais avançados.
ACESSE O BLOG DO MAUJOR >

3. W3C Brasil

Este blog mostra opiniões e questões relacionadas aos padrões web, sobre CSS, HTML, acessibilidade, interoperabilidade, mobile, usabilidade, entre vários outros. Há também discussões sobre leis, como a de acesso à informação.
ACESSE O SITE W3C BRASIL >

4. Pinceladas da Web

É um site que reúne vários assuntos que interessam um desenvolvedor front-end, como HTML, HTML5, SEO, JavaScript e jQuery. Há também notícias sobre eventos e lançamentos de livros relacionados ao desenvolvimento web.
ACESSE O SITE PINCELADAS DA WEB >

5. Treehouse Blog (em inglês)

Este blog contém notícias e uma série de tutoriais sobre web design e codificação que podem ajudar o desenvolvedor front-end a se manter atualizado. Basta assinar seu boletim informativo para receber as notícias em sua caixa de e-mail.
ACESSE O BLOG TREEHOUSE >

6. Imasters

O Imasters é um portal muito famoso no Brasil e uma referência para uma grande quantidade de desenvolvedores. Ele reúne uma comunidade de profissionais que publicam posts sobre os mais diversos assuntos, incluindo front-end.
ACESSE O PORTAL IMASTERS >

7. Loopinfinito

É um blog que contém posts criativos sobre desenvolvimento web. Os textos são muito informativos e são escritos numa linguagem descomplicada, que facilita o entendimento dos assuntos por aqueles desenvolvedores que ainda estão iniciando na área.
ACESSE O BLOG LOOP INFINITO >

8. Zofe Podcasts

O Zofe é um site de podcasts focados no desenvolvimento front-end. Eles são bem criativos e informativos e ajudam o desenvolvedor front-end a entender de forma simples e rápida determinados assuntos.
ACESSE O SITE ZOFE >

9. Linha de código

É um portal bastante conhecido pelos desenvolvedores. Na área de front-end, ele foca no HTML, CSS e JavaScript, mostrando dicas, técnicas e tutoriais com exemplos reais que facilitam a compreensão.
ACESSE O PORTAL LINHA DE CÓDIGO >

10. Smashing Magazine (em inglês)

É uma revista que possui um grande acervo de posts relacionados a web design e desenvolvimento web. O desenvolvedor front-end pode obter informações muito valiosas lendo seus artigos, que são bem detalhados.

É importante lembrarmos que a maioria deles exploram conceitos mais avançados, conhecidos apenas por quem está se formando ou já seu formou numa instituição de ensino superior.
ACESSE O SITE SMASHING MAGAZINE >

É fundamental que o interessado em tornar-se um desenvolvedor front-end faça um curso de sistemas para internet, como o da UnisulVirtual, para compreender conceitos e colocar conhecimentos em prática, construindo um currículo de excelência.

A graduação EaD – Ensino a Distância – permite que os alunos estudem no momento e local que desejarem, facilitando a combinação de outras atividades ou empregos com o estudo!

E você, já acompanha algum desses sites e blogs? Conhece algum outro que deixamos de citar? Compartilhe sua opinião conosco nos comentários!

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Com seus negócios e serviços, as empresas precisam estar presentes na internet móvel. Programação e desenvolvimento mobile não param de gerar oportunidades.

Programação e desenvolvimento mobile: o que você ganha explorando este nicho de mercado

O uso de aparelhos mobile superava o de computadores já no ano de 2014. O celular tornou-se o principal meio de acesso à Internet no país, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mas sabemos que o mercado continua a crescer.

Somente entre 2013 e 2014, a porcentagem de lares com acesso à Internet via celular subiu de 53,6% para 80,4%. Esse crescimento não deixa dúvidas de que o cenário é totalmente favorável para quem trabalha com programação e desenvolvimento mobile.

No post de hoje, vamos explicar quais são as vantagens de explorar esse nicho de mercado que integra a área de sistemas para a Internet.

Apenas ter um site não é mais suficiente

No mundo corporativo, ter um site era sinônimo de sucesso, boa apresentação e bom relacionamento com o cliente. Hoje, as empresas estão correndo contra o tempo para alcançar a modernização e ficar, pelo menos, no mesmo nível da concorrência no que se refere ao acesso mobile.

Os portais, que antes eram acessados principalmente via desktop, passaram a ser desenvolvidos para visualização em smartphones. E aqui entram os aplicativos, que atendem às mais diversas necessidades do nosso dia a dia.

O uso de webapps tornou-se tão crucial que empresários e empreendedores precisam avaliar, no planejamento inicial do negócio, como uma aplicativo ou site mobile pode agregar valor para a experiência dos futuros clientes na utilização dos produtos e serviços da empresa.

Quais foram as novidades em 2016 em programação e desenvolvimento mobile?

Entre as novidades que se consolidaram no mercado mobile em 2016 estão os dispositivos "vestíveis", como relógios, pulseiras ou óculos inteligentes. O uso da nuvem (cloud computing) também demonstrou grande avanço, principalmente com a ampliação do alcance das redes móveis.

A movimentação via aplicativos de internet banking tomou conta de todas os sistemas bancários, exigindo recursos de segurança ainda melhores.

Esse também foi o ano da realidade virtual. Quem nunca tinha ouvido falar acabou esbarrando com o assunto de alguma forma – empresas fazendo testes com a nova tecnologia ou publicações online. É um campo a ser explorado nos próximos anos e que carece muito de profissionais brasileiros capacitados.

O que esperar do mercado mobile em 2017?

Fortalecimento e crescimento. Essas são as duas palavras que vão nortear o mercado mobile em 2017 no nosso país. Muitas tecnologias já deram as caras por aqui, mas ainda precisam desenvolver-se mais – como o uso da VR (virtual reality).

Também são apontados como tendência para esse novo ano:

  • a intensificação de aplicativos de fidelização de clientes;
  • o maior uso de apps pela rede hoteleira;
  • a personalização de interfaces conforme a idade do usuário
  • e o controle de dispositivos domésticos via aplicativos.

A chamada “Internet das Coisas” ou IOT vai bombar!

A partir dos dados que vêm sendo obtidos nos últimos anos sobre o consumo online, será possível e necessário traçar novos caminhos. Segundo pesquisa realizada pela Forrester Research, publicada pelo Estadão, até 2021 smartphones e tablets serão responsáveis por mais de 40% das vendas e-commerce no Brasil (o dobro do que foi identificado até agora).

Além disso, a segurança durante as compras online ainda é a grande preocupação dos usuários. Por isso, o mercado exige do mobile developer cada vez mais competência para dar continuidade nesse caminho da programação e desenvolvimento mobile criativo, seguro e de alto impacto social.

Entendeu as oportunidades que esse nicho pode oferecer? Conheça mais sobre a graduação EaD em Sistemas para a Internet da UnisulVirtual!
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