Empiricus Research e Ingresse são duas empresas que nasceram a partir de oportunidades percebidas por dois jovens economistas bem-sucedidos. Veja no blog!

Talento e ousadia premiados: duas histórias de jovens economistas bem-sucedidos

Empiricus Research e Ingresse são duas empresas que nasceram a partir de oportunidades percebidas por dois jovens economistas bem-sucedidos.

O curso de Economia abre grandes possibilidades profissionais que vão além da atuação em empresas privadas ou públicas. O aluno adquire ao longo da formação conhecimento para empreender, prestando serviços ou criando um novo modelo de negócios. Com o mercado de trabalho em constante mudança, é essencial ter um leque de alternativas para criar soluções em nichos inexplorados e ser valorizado por ter um diferencial.

Neste artigo, você irá conhecer histórias inspiradoras de profissionais formados em Ciências Econômicas que alcançaram o sucesso de forma original em diferentes segmentos, por meio da percepção e da exploração de oportunidades.

Política e economia com um toque de ousadia

Felipe Miranda fundou a Empiricus Research, uma consultoria independente de análises de ações e demais investimentos. Com a ajuda de colegas de faculdade e de trabalho, ele resolveu colocar em prática a ideia de criar uma empresa voltada para pessoas físicas, algo inédito no Brasil.

Desde os 14 anos, Felipe já investia na bolsa de valores, contando com a ajuda do pai. Com a faculdade, pôde aliar teoria e prática, tornando-se analista de investimentos. Bacharel em Economia e mestre em Finanças, Felipe notou as necessidades dos novos investidores e a ausência de consultorias que emitissem opiniões independentes, desvinculadas de corretoras.

A oportunidade foi explorada: os textos descontraídos, polêmicos e irreverentes dos relatórios serviram como forma de atrair mais pessoas, tornando o contato com o tema mais leve e convidativo. Hoje, a Empiricus conta com mais de 130 mil assinantes interessados nas recomendações de seu time de especialistas.

Os produtos são variados: há relatórios para os mais leigos, carteiras para quem deseja ganhar muito e análises de investimentos para quem pretende aposentar "numa boa". A loja virtual é detalhada, com vídeos explicativos e descrições dos conteúdos da assinatura, incluindo uma sugestão do perfil a que se destinam. Há itens para estratégias diferentes, seja para criar uma isca digital por meio da newsletter gratuita ou fidelizar clientes com o serviço de consultoria personalizada. “Não paramos aqui. No fundo, somos uma empresa de consultoria e também de varejo, que lida com a ponta final e, desta forma, temos que inovar sempre”, declarou Felipe para a Revista RI.

A necessidade cria a oportunidade

Gabriel Benarrós é o sócio-fundador da Ingresse, empresa especializada na venda de ingressos online. O diferencial do negócio é basicamente o mesmo da Empiricus, oferecer um serviço para pessoas físicas. Aos 24 anos, o economista desenvolveu uma plataforma que permite a criação de eventos e venda virtual de ingressos para bandas, artistas independentes e público em geral. Os outros sites de ingressos, até então, trabalhavam apenas com grandes produções.

A ideia surgiu com a organização de uma festa na universidade, quando Gabriel decidiu vender as entradas do evento pela Internet. Com o sucesso da ação, ele pesquisou sobre o mercado brasileiro e percebeu a oportunidade de negócio, contando com um de seus professores como investidor-anjo. De acordo com Benarrós, vender a ideia foi a parte mais fácil da jornada: “Para quem entende do mercado, a visão da empresa é clara e contagiante, então os fundos de investimento se aproximam naturalmente”, disse em entrevista para o site Na Prática. Atualmente, a Ingresse oferece ingressos físicos (papel) e digitais (acesso pelo smartphone), além de ferramentas de divulgação, com filtros que otimizam a busca do público-alvo para os organizadores.

Formação em economia complementa perfil visionário

Os casos estudados deixam claro o papel que a educação financeira teve na alavancagem dos negócios: os empreendedores puderam perceber com mais clareza as oportunidades e tiveram capacidade de obter capital inicial e de elaborar um plano orçamentário. A análise de custos, contabilidade e demais matérias de gestão empresarial também são abordadas no curso de Ciências Econômicas.

Em relação ao empreendedorismo,  os dois profissionais tiveram um olhar diferenciado sobre os caminhos da carreira e se permitiram ousar, indo além da postura tradicional de procurar um emprego. Os casos desses jovens economistas demonstram que uma visão embasada em fundamentos econômicos, quando aplicada na percepção de oportunidades, pode fazer muita diferença tanto para donos de pequenas empresas como para economistas autônomos ou fundadores de startups.

Conhece alguma outra história de um profissional de Economia que resolveu apostar em uma área diferente? Deixe seu comentário!

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O grande desafio é encontrar profissionais com conhecimento técnico e certificações, o que cria um amplo mercado de trabalho para formados em logística.

Como está o mercado de trabalho para formados em logística?

O grande desafio é encontrar profissionais com conhecimento técnico e certificações, o que cria um amplo mercado de trabalho para formados em logística.

Apesar da crise política e econômica que o Brasil vive atualmente, o mercado de trabalho não ficou parado, principalmente para os profissionais de logística e supply chain. Isso porque as empresas estão percebendo que, para "virarem o jogo", elas precisam de uma cadeia logística bem estruturada, que atenda às demandas de forma eficaz. E o trabalho dos profissionais de logística é fundamental para essa estruturação.

No post de hoje, mostraremos como está o mercado de trabalho, tanto atual como futuro, para os profissionais formados em logística. Não deixe de conferir!

O mercado de trabalho para formados em logística

A demanda para profissionais de logística e supply chain está bastante alta, e continuará assim pelos próximos anos. Uma pesquisa realizada recentemente pela consultoria Robert Half, que entrevistou 230 profissionais de supply chain, mostrou que 76% deles acreditam que o mercado de trabalho para formados em logística manterá o seu atual nível de crescimento ou avançará ainda mais no decorrer dos próximos anos.

Tanto é que, para atrair profissionais, muitas empresas estão aumentando os seus salários. A pesquisa da Robert Half fez uma lista com as variações de salários de alguns profissionais de supply chain entre 2016 e 2017 que trabalham em empresas de pequeno, médio e grande porte. Abaixo, listamos as variações de salários dos profissionais que trabalham em pequenas e médias empresas:

Diretor de Supply Chain

  • 2016: R$ 21.000 - R$ 37.500
  • 2017: R$ 22.500 - R$ 37.500

Gerente de Logística

  • 2016: R$ 9.000 - R$ 21.000
  • 2017: R$ 9.500 - R$ 21.000

Coordenador de Comércio Exterior

  • 2016: R$ 5.000 - R$ 12.000
  • 2017: R$ 5.100 - R$ 12.000

Analista de logística

  • 2016: R$ 4.500 - R$ 7.000
  • 2017: R$ 4.500 - R$ 8.000

Por que a demanda está alta?

O cenário econômico atual exige que a logística integre-se às outras áreas do negócio. Ela não deve ser mais vista como um setor que fica em segundo plano, mas sim como um departamento fundamental para o sucesso do negócio. De nada adianta ter uma equipe de marketing e um setor comercial eficazes, se na hora de entregar as mercadorias, a empresa falha na logística e frustra os clientes captados pelas equipes de geração e fechamento de negócios.

Mesmo em um cenário de crise, uma logística bem planejada pode ser considerada um diferencial competitivo. Somente aquelas empresas que encantarem seus clientes com a sua logística conseguirão ganhar vantagens competitivas e se destacar no mercado. E os gestores sabem muito bem disso. É por isso que, a cada dia que passa, eles colocam mais profissionais formados em logística em sua equipe, para poder colher melhores resultados.

O perfil de profissional de logística mais procurado

Segundo ainda a consultoria Robert Half, o grande desafio das empresas é encontrar profissionais qualificados, com conhecimento técnico e certificações. No entanto, o crescimento da importância da área está abrindo mais mercado de trabalho para formados em logística: cada vez mais faculdades a distância oferecem cursos online de tecnologia em logística e pós-graduação em gestão de logística, que poderão suprir a demanda por profissionais qualificados.

Além da formação, as empresas também estão exigindo que os profissionais tenham:

  • Boa comunicação;
  • Capacidade de adaptar-se às mudanças;
  • Versatilidade;
  • Habilidade de relacionamento com outras áreas.

Agora que você já sabe que a demanda por profissionais formados em logística está alta, que tal começar a procurar sua graduação EaD?

Conheça o curso de Logística da UnisulVirtual.

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Desenvolvedores front-end e back-end precisam conhecer técnicas e ferramentas para a criação de interfaces. Mas o designer front-end precisa programar?

Front-end e back-end developers: qual é a melhor formação para cada profissional?

O desenvolvedor front-end já foi conhecido como web designer e é o profissional responsável por projetar, construir e otimizar as interfaces. O desenvolvedor back-end é o web developer, o programador. É quem viabiliza o front-end de um site. O que cada um deve priorizar em sua formação?

A especialização educacional está em alta: a ênfase está em aprimorar competências e produzir resultados da maior qualidade possível, promovendo diferenciais competitivos. Assim como outros campos profissionais, a área de tecnologia da informação possui um vasto número de especializações, e conhecê-las bem é fundamental. Neste post, falaremos sobre front-end e back-end developers e sobre a importância da integração das áreas que desenvolvem sistemas para a Internet.

Front-end e back-end developers

O desenvolvedor front-end já foi conhecido como web designer e é o profissional responsável por projetar, construir e otimizar as interfaces de um projeto virtual para os usuários interagirem de forma fácil e intuitiva. Se você acessar um site bem construído, com um visual interessante, layout limpo, imagens bem selecionadas, pode saber que tem a participação de um profissional front-end. Ele é o responsável por criar códigos-fonte adequados e eficientes, e por desenvolver em forma de software a arquitetura da experiência de usuário. Fazendo uma analogia: é o responsável pelo design de interiores de uma casa que foi construída por um desenvolvedor back-end.

O desenvolvedor back-end é o web developer, o programador. É quem viabiliza o front-end de um site. Onde você acha que estão armazenados todos os dados do site? Como são criadas as funcionalidades? Tudo isso está nos bastidores. É aí que atua o profissional de back-end, fazendo com que um servidor, um aplicativo e um banco de dados se comuniquem. O desenvolvedor de back-end constrói e mantém a tecnologia dos componentes que são acionados por comandos na camada externa, visível para o usuário do site ou aplicativo.

O que é necessário para ser um excelente devenvolvedor?

Primeiramente, é essencial dedicar parte da sua formação em sistemas para a Internet a ambas as áreas, afinal, é importante ter conhecimento tanto do campo front-end quanto back-end – eles estão conectados!

Para a formação do front-end developer:

  1. É fundamental conhecer os fundamentos do design, seus conceitos e as constantes inovações, ou seja, estar atento aos movimentos do mercado;
  2. Fala-se muito, atualmente, sobre a experiência do usuário ou user experience (UX) e o profissional precisa entender as técnicas para desenvolver sistemas que, de fato, atendam da melhor forma ao usuário final, tornando evidentes as formas de realizar as ações principais e secundárias. A preocupação com usabilidade, performance, identidade visual e compatibilidade com dispositivos (desktop, smartphone, tablet) tem grande impacto no sucesso de um sistema ou aplicação;
  3. Ter experiência com softwares de criação gráfica como as do pacote Adobe é essencial, mas tão importante quanto essas habilidades é conhecer técnicas como design thinking e ser criativo;
  4. É necessário estudar algumas linguagens como CSS, HTML, JavaScript; familiarizar-se com frameworks, como Bootstrap, Foundation, Backbone, AngularJS e EmberJS; bibliotecas como jQuery e LESS; estar a par dos padrões web do W3C, de forma a ser capaz de validar o design planejado, verificando a acessibilidade do site, seu desempenho ao carregar a página, a visualização das imagens nos diversos dispositivos, e principalmente se o design é responsivo;
  5. Possuir uma visão interdisciplinar, aliando conhecimentos de outras áreas como psicologia, publicidade, marketing, dentre outras.

A formação do back-end developer:

  1. Este profissional precisa conhecer bastante da arquitetura de um sistema, entendendo as necessidades de negócios das partes interessadas, traduzindo em requisitos técnicos e encontrando a solução ideal e eficiente para a arquitetura da tecnologia;
  2. Dominar linguagens como PHP, Ruby, Python, Java e .Net para construir um aplicativo; ferramentas como o MySQL, Oracle e SQL Server para localizar, salvar ou alterar dados e disponibilizá-los para o usuário no código front-end; frameworks PHP como Zend, Symfony e CakePHP; ter experiência com software de controle de versão como SVN, CVS e servidores como Linux;
  3. Possuir facilidade na escrita do código, de forma que produza algo limpo, bem documentado, dentro dos melhores padrões, principalmente com a atual relevância das APIs em relação à troca de dados entre dispositivos móveis, sites e outros sistemas conectados.

Os front-end e back-end developers são peças-chave para que qualquer negócio online permaneça competitivo – e o mercado de trabalho está aquecido! Porém, é preciso estar atento às constantes mudanças em relação às tendências e melhores práticas para manter-se atualizado.

O curso da UnisulVirtual tem ênfase na formação back-end, mas oferece uma base sólida em design. Acesse a página do curso EaD de sistemas para a Internet e saiba mais!

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Um curso de marketing EaD é uma boa alternativa até para quem já trabalha.

Vantagens e desvantagens de fazer um curso de marketing EaD

Os interessados na área já têm habilidade com computadores e Internet. Assim um curso de marketing EaD é uma boa alternativa até para quem já trabalha.

Um curso de marketing EaD pode ser uma opção muito vantajosa para aquele estudante que acabou o ensino médio, quer trabalhar e, ao mesmo tempo, contar com alguma flexibilidade de tempo para estudar. Ou ainda para aquele profissional que não quer parar de estudar e já está indo para a sua segunda graduação. Não à toa, essa modalidade vem crescendo cada dia mais, justamente por proporcionar um ambiente prático e eficiente, que permite o aprendizado a distância.

Pode-se levar a sério a Educação a Distância?

O que muitos ficam na dúvida é se a modalidade a distância apresenta a mesa confiabilidade que os cursos presenciais. Afinal, por não haver uma sala de aula física e professores a todo momento discutindo e escrevendo na lousa, quem não teve experiência com esse tipo de curso tende a não acreditar na credibilidade de uma faculdade EaD.

Entretanto, o que poucos sabem é que esse tipo de ensino é, ao mesmo tempo, moderno, inovador e flexível, permitindo que qualquer um estude sem precisar sair de casa, pagar transporte e se locomover horas até chegar à faculdade.

Além disso, o preço também é um dos benefícios que um curso EaD proporciona ao aluno, geralmente menor do que um curso presencial.

Por que fazer um curso de marketing EaD?

Geralmente, os interessados na área de marketing já têm habilidade e facilidade com computadores e internet, o que torna o ensino a distância ideal para esse público. Além disso, o profissional já atuante nesse setor pode fazer seu curso enquanto trabalha na área, aumentando suas oportunidades no mercado até mesmo com uma pós-graduação ou um curso de extensão. Não será necessário nada mais que dedicação e compromisso para terminar o curso no período determinado.

É evidente que há faculdades e cursos EaD que não têm qualidade ou não oferecem conhecimento valioso ao aluno, entretanto, são minoria. Muitas universidades estão migrando para essa área, justamente para ampliar o acesso a todas as pessoas, que podem estar em qualquer lugar do mundo.

Qual é a desvantagem de fazer um curso de marketing a distância?

Primeiramente, mesmo que seja um curso a distância e online, é preciso comprometimento e responsabilidade. Logo, é preciso “frequentar” ou acessar as disciplinas – se você não tiver a presença ou não realizar as atividades, você pode acabar não se formando, como em qualquer outro curso. Além disso, algumas avaliações são realizadas de forma presencial, e é essencial que o estudante compareça preparado.

Para alguns, outra desvantagem nesse formato de estudo é a ausência de interação "cara a cara" com outros alunos e professores. No entanto, alguns cursos a distância já oferecem salas de bate-papo, fóruns e recursos para que haja um contato direto entre todos. Já foram disponibilizadas, inclusive, aulas ao vivo com webcam, permitindo que o aluno tire suas dúvidas, como em um curso presencial. Logo, a socialização existe.

Então, pode-se perceber o quanto é vantajoso fazer o curso de marketing EaD, não é mesmo? Conheça o curso de marketing EaD da UnisulVirtual!

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A faculdade de economia é uma excelente alternativa para quem busca entender como se diferenciar no mercado de trabalho. Confira este artigo em nosso blog!

Como se diferenciar no mercado de trabalho estudando economia

Além de poder atuar como consultor ou educador em empresas privadas e no setor público, o aluno de Economia também poderá utilizar seus conhecimentos nos departamentos de Economia e Finanças de diversas instituições.

A faculdade de economia tem a vantagem de trazer benefícios não apenas para o campo profissional mas também para a vida pessoal e financeira do futuro economista. O estudante costuma focar o conhecimento adquirido na graduação como ferramenta para obter emprego em grandes empresas, mas é preciso ressaltar que o aprendizado também agrega valor a suas finanças pessoais.

Neste artigo, discutiremos os diferenciais que a graduação em Ciências Econômicas proporciona ao profissional.

Educação financeira em ascensão

O Brasil é um país cuja população nem sempre sabe lidar com o dinheiro, o que resulta em uma má administração do salário e na geração de dívidas. O cartão de crédito e o cheque especial são os campeões das taxas de juros, sendo que, em certas situações, vale mais a pena fazer um empréstimo pessoal parcelado para liquidar o saldo devedor e pagar juros menores.

Essas noções básicas de economia facilitam muito a tomada de decisão e planejamento do orçamento familiar. É por isso que um profissional de Ciências Econômicas possui larga vantagem em relação à população e outros investidores. A educação financeira mostra-se cada vez mais importante para estabelecer hábitos "saudáveis", principalmente em tempos de crises econômicas. Prova disso é o aumento no índice de conhecimento do brasileiro a respeito do assunto, conforme pesquisa da Serasa Experian.

Ensino de educação financeira para crianças e adultos

Muitas escolas já estão implementando a educação financeira como matéria na grade curricular, tamanha a importância do tema. O economista pode atuar como um consultor, auxiliando na elaboração de aulas, palestras e projetos sobre gastos pessoais. Grandes empresas, como Johnson&Johnson, Natura e Azul Linhas Aéreas procuram auxiliar seus funcionários, promovendo debates e cursos sobre planejamento doméstico. Esse tipo de postura é na verdade um investimento: nota-se que quando a situação financeira dos empregados está controlada, há um aumento na produtividade e bem-estar. O trabalhador endividado tem um perfil facilmente identificável:  com mais faltas e menos foco no dia a dia, em razão de seus problemas pessoais.

Estima-se que 27% das empresas brasileiras ofereçam algum tipo de instrução a seus empregados, seja de prevenção de endividamento ou orientação financeira. Esse número tende a crescer, pois é uma tendência no meio corporativo, com isso há um aumento na procura de profissionais especializados no assunto para atuarem em consultoria.

Economia na gestão financeira de pequenas e médias empresas

O empreendedorismo é um tema recorrente no mundo dos negócios e ganha destaque em tempos de desemprego. Ao mesmo tempo, também é grande o número de novas empresas que vão à falência em seus primeiros anos de vida.

Além do capital inicial, há diversos outros fatores que devem ser analisados no momento da abertura do negócio próprio. Neste quesito, novamente o economista possui um diferencial de grande importância, já que na faculdade de economia conta com disciplinas de conteúdo valioso para o mundo dos negócios.

Diferenciais do currículo de Ciências Econômicas

A grade curricular de Ciências Econômicas na Unisul engloba diversas matérias que auxiliam o profissional a ganhar destaque no mercado de trabalho em relação a outros cursos. Isso porque ela envolve disciplinas de administração e contabilidade, como Gestão Empreendedora e Orçamentária, Jogos Empresariais e temas referentes a custos e preços, balanço patrimonial e relatórios de desempenho.

Isso significa que além de poder atuar como consultor ou educador em empresas privadas e no setor público, o aluno de Economia também poderá utilizar seus conhecimentos nos departamentos de Economia e Finanças de diversas instituições (além de aproveitar as matérias para administrar suas próprias finanças).

Curso de Economia a distância

Optando por um curso a distância, o estudante consegue aliar sua rotina atual aos horários de estudo, sem precisar se locomover até a universidade todos os dias. Dessa forma, ele escolhe como, quando e onde realizar as atividades do curso, seja em casa, no computador, tablet ou até mesmo em seu horário de almoço. A educação a distância (EaD) facilita o acesso à faculdade, quebrando as barreiras da distância e promovendo ensino de qualidade.

Visite a página de Ciências Econômicas na UnisulVirtual e saiba mais sobre o curso de Economia da Unisul, consulte a grade curricular, polos presenciais,  forma de ingresso facilitado, duração e valor da mensalidade.

De que outras maneiras você acredita que o aluno de Ciências Econômicas pode se diferenciar no mercado de trabalho? Deixe seu comentário!

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