Entenda as principais diferenças entre as metodologias Scrum e PMBOK

Duas das técnicas mais utilizadas na gestão de projetos em TI, elas são distintas, mas não concorrentes. Conheça as diferenças entre as metodologias Scrum e PMBOK.

Quando se fala em gerenciamento de projetos, sempre surge a polêmica sobre qual é o melhor estilo, Scrum ou PMBOK, como se fossem métodos parecidos e concorrentes.

Você sabe quais são as diferenças entre as metodologias Scrum e PMBOK?

De maneira geral, o Scrum é um framework muito utilizado nos projetos de desenvolvimento de softwares e o PMBOK é um guia de melhores práticas de gerenciamento, dividido em grupos e processos. O primeiro é mais ágil e o segundo mais tradicional.

Antes de entrarmos nas diferenças dessas metodologias, compreenderemos o que esses termos significam!

Scrum e PMBOK

Primeiramente, Scrum não é uma sigla. A palavra tem origem na expressão inglesa scrimmage e nem tem uma tradução para a língua portuguesa.

Já o PMBOK é uma sigla e significa Project Management Book Of Knowledge; em português, "Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos".

Existe um forte debate entre os defensores do Scrum e do PMBOK.

Os primeiros alegam que o PMBOK é burocrático, pesado e focado somente no processo de gerenciamento dos projetos.

Já os mais tradicionalistas afirmam que o Scrum é mais complexo, ao exigir uma disciplina muitas vezes difícil de ser cumprida, além de ser um método para quem tem “preguiça” de controlar os trabalhos.

Na realidade, cada um tem o seu próprio estilo de gerenciamento de projetos e, embora distintos, não são excludentes. Com um bom alinhamento, é possível utilizar as duas metodologias em um mesmo projeto.

Vejamos as principais diferenças entre as metodologias Scrum e PMBOK. Assim, você pode tirar suas próprias conclusões na aplicação de ambas!

Quais são as principais diferenças entre as metodologias Scrum e PMBOK?

Na área de Tecnologia de Informação, o Scrum e o PMBOK são duas das abordagens mais utilizadas em gerenciamento de projetos.

O conhecimento de cada etapa pode ser essencial para o sucesso do seu projeto. Veja na tabela abaixo as principais diferenças entre as metodologias Scrum e PMBOK:

Scrum PMBOK
Planejamento Ocorre em pequenos ciclos, que diminuem a cada etapa. Detalhado do início ao fim.
Equipe Autônoma e independente. Liberdade na tomada de decisões. Pouca autonomia. Reporta ao gerente.
Mudanças Flexível. Admite mudanças até na fase final do projeto. Resistente. Não admite mudanças depois que a primeira fase do projeto foi concluída.
Documentação Poucos documentos requeridos na execução do projeto. Somente documentação que agregue valor ao produto final é considerada. Extensiva e detalhada de cada processo e de todas as áreas de conhecimento. Aprovações formais, assinaturas e minutas de todos os responsáveis.
Escopo Geral e resumido, aprovado já no começo do projeto. As demandas e os detalhes são solicitados a cada avanço do projeto e o cliente entende melhor o produto. Muito discutido, documentado e aprovado logo no começo do projeto. Após a aprovação, geralmente não sofre alterações.
Tempo Cronograma orientado a entregas mensais. Cronograma detalhado do começo ao fim do projeto.
Custo Controle maior por conta da flexibilidade em realizar alterações. Monitoramento das atividades para que não haja alteração dos custos planejados.
Execução Renovada a cada período (semanal, mensal, etc). Boa recepção a mudanças que podem ser programadas para o período seguinte. Deve seguir rigorosamente o planejamento inicial. Para qualquer mudança, é necessário avaliação, aprovação e replanejamento.
Qualidade Programação em pares, desenvolvimento de testes e refatoração. Processos focados em validação, verificação e testes planejados.
Cliente Cliente sempre envolvido. Presença de um representante no mesmo espaço físico da equipe. O maior envolvimento do cliente acontece no começo (validação) e no final do projeto (aprovação).
Comunicação Informal e verbal. Aberta e direta entre a equipe e o cliente. Todas as informações estão claramente disponíveis no local onde a equipe se encontra. Formal e realizada por meio de e-mails, relatórios detalhados e minutas de reunião.
Prioridades Podem ser reformuladas a qualquer momento pelo cliente e inseridas na próxima etapa. São definidas e acertadas no começo do projeto. Dificilmente são alteradas no meio do planejamento.
Aquisição Cliente presente, mudanças de pedidos e poucos documentos torna o processo um desafio. Contrato e escopo bem definidos e documentados. Alto controle.
Integração Plano pode sofrer alteração e atuação facilitadora do gerente de projetos. Plano detalhado e controle total do gerente.
Foco Satisfação do cliente e produto final. Controle e rigor nas etapas definidas de um projeto previamente planejado, executado, organizado e documentado.
Aprendizagem e correções As experiências vivenciadas durante todo o projeto são documentadas e discutidas no final de cada etapa. Se houver necessidade de ajustes na produtividade e qualidade, serão implementadas na etapa seguinte. Experiências são documentadas e correções de desvios são realizadas nas auditorias de qualidade, final de cada etapa ou no final do projeto.

Como você pode perceber, para escolher entre as duas técnicas, é necessário conhecer bem o projeto, principalmente o seu grau de complexidade.

Embora existam diferenças entre as metodologias Scrum e PMBOK, por que não adotar o melhor de cada uma delas e gerar mais valor para o cliente e a equipe envolvidas no projeto?

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Especialização em Projeto, Operação e Serviços de Data Center: faça uma pós a distância e fique atualizado

Uma especialização em projeto, operação e serviços de Data Center é essencial para os profissionais de TI. Saiba mais e se destaque no mercado de trabalho.

A internet traz novas possibilidades de negócios, fazendo com que os grandes desenvolvedores de soluções utilizem data centers cada vez mais robustos e maiores.

Por isso, aqueles que atuam na área de Tecnologia da Informação devem complementar seus conhecimentos por meio de uma especialização em Projeto, Operação e Serviços de Data Center.

Profissionais com alto nível de conhecimento técnico e conceitual sobre os mais modernos data centers são altamente requisitados no mercado por suas habilidades em desempenhar funções estratégicas.

Abaixo, elencamos as principais habilidades e competências oferecidas pelo curso de especialização da Unisul. Acompanhe:

Por que fazer uma especialização em Projeto, Operação e Serviços de Data Center?

Empresas de todos os portes se munem de sistemas automatizadas para a execução de seus processos, que permeiam gestão, contabilidade e relacionamento com o cliente, entre outros.

O somatório de tudo isso exige um elevado esforço computacional, pois não há utilidade em ter dados separados; eles se tornam úteis a partir do momento em que são consolidados em um único local, no qual seja possível extrair informações que gerem conhecimentos para a empresa.

No final dos anos 2010, surgiram as primeiras normas específicas para a infraestrutura de data centers. Em 2013, foi publicada a versão brasileira, que se reflete até hoje em avanços tecnológicos.

No Brasil, estima-se a existência de dezenas de milhares de data centers, desde os gigantes, que fornecem serviços diversos, até os corporativos, que podem ir de pequeno a grande porte. Por essa alta demanda, o profissional de tecnologia da informação precisa ter uma especialização em projeto, operação e serviços de Data Center.

Esse curso veio para formar profissionais com elevado nível de conhecimento técnico e conceitual, abrangendo os mais modernos e diversos sistemas de data centers, tornando-os capazes a exercer funções estratégicas nas áreas de projeto, operação e de prestação de serviços.

Ele forma especialistas altamente competitivos no mercado, com os seguintes conhecimentos:

  • conceitos e infraestrutura de data centers;
  • normas nacionais e internacionais a respeito da infraestrutura de data centers;
  • metodologias para a gestão de projetos, da infraestrutura operacional e da disponibilidade total dos data centers;
  • metodologias e ferramentas para a gestão dos ativos de um data center;
  • oferta de serviços de data center, tais como cloud colocation, hosting e telecomunicações;
  • infraestrutura da internet;
  • novas tendências, como Internet das Coisas e Big Data.

Perfil profissional

Com a especialização em Projeto, Operação e Serviços de Data Center é esperado que o estudante seja capaz de desenvolver capacidade estratégica e técnica para atuar em gestão, além de aprender a mobilizar recursos, identificando possibilidades de atuação no mercado para trabalhos conceituais.

O profissional também deverá desenvolver a habilidade de se comunicar para que as barreiras existentes sejam minimizadas e todo o fluxo de informações ocorra de forma fluída. Isso permite aprimorar os relacionamentos interpessoais, viabilizando o desenvolvimento de grupos de trabalho colaborativos e focados nos serviços que desenvolverão a empresa.

Ou seja, o curso formará um agente transformador com grande atuação tecnológica. O especialista será capaz de extrair o máximo de informações com o objetivo de garantir eficiência operacional e promover o desenvolvimento de conhecimento para a empresa à qual o data center se destina.

Gostaria de saber mais sobre a especialização em Projeto, Operação e Serviços de Data Center? Então, acesse nosso site e conheça o curso! Lá você encontra todas as informações necessárias para se tornar o especialista mais requisitado do mercado de tecnologia.


A multiplicação de canais digitais e a gestão de marca

Na era tecnológica, a multiplicação de canais digitais impacta diretamente na gestão de marca. Leia o post completo e entenda tudo sobre o assunto!

Na atualidade, as pessoas não se apegam por muito tempo a lugares, coisas e pensamentos. Com isso, o comportamento do consumidor mudou. Dessa maneira, ele obriga as marcas a se reinventarem em um cenário cada vez mais competitivo.

Na era da tecnologia da informação, para escolher um produto ou serviço, os consumidores têm diversas alternativas para conhecer e se identificar com o seu negócio.

Essa multiplicação de canais digitais impacta diretamente na gestão da marca, que precisa saber se comportar diante dele e da concorrência.

Quer saber como a multiplicação de canais digitais impacta na gestão de marca? Confira!

O comportamento do consumidor mudou

Antigamente, quando um cliente precisava comprar um produto, ele ia à loja, conversava com o vendedor e realizava compra. Simples assim!

Contudo, houve grande mudança no comportamento do consumidor. Atualmente, ele chega na loja sabendo exatamente o que precisa, pois já:

  • pediu por indicações de amigos;
  • pesquisou a reputação da empresa na internet;
  • analisou os fóruns de reclamação;
  • sabe tudo sobre o produto.

As marcas precisam estar atentas a esse comportamento. Nesse sentido, o investimento em marketing digital é essencial para que o consumidor encontre o seu produto em primeiro lugar para a solução de seus problemas.

As empresas não competem mais somente no mundo físico, mas no virtual também. Por isso, as estratégias de atração são muito importantes, mas as de fidelização são essenciais para manter o público fiel à marca.

A gestão de marca precisa gerar laços de experiências emocionais

A marca não pode ser apenas uma representante de um produto ou serviço. Isso já não é o bastante! Agora, as empresas precisam investir na criação de laços com os seus clientes e leads.

Esses laços precisam promover grandes experiências emocionais, pois são elas que influenciam na tomada de decisão em uma compra. É claro que o preço e a qualidade do produto ou do serviço são importantes, mas não é somente esse o aspecto influenciador.

Quando uma empresa atende aos desejos do seu público, compreendendo o que toca o seu coração, significa que as estratégias de marketing estão funcionando. Como consequência, os seus indicadores comerciais apenas aumentam e, com eles, o reconhecimento da marca.

O consumidor na era da multiplicação de canais digitais

O consumidor prefere investir em marcas que são interativas, transparentes e dinâmicas. Assim, as líderes de mercado são aquelas que conseguem se adequar às evoluções tecnológicas e proporcionam experiências incríveis aos seus consumidores.

Com a multiplicação de canais, o modelo de consumo atual, focado na valorização do poder coletivo, traz uma abordagem mais humana e pessoal com os consumidores. Por isso, as marcas que conseguem explorar os meios digitais e têm mais facilidade em se manter ativas e se destacar no mercado.

A multiplicação de canais digitais

Para ter uma boa gestão de marca, estar presente no ambiente online não significa apenas ter um site, como antigamente. Ele precisa ser responsivo, com o design claro e objetivo, criado com base na experiência do usuário (UX) e com uma excelente arquitetura da informação (AI). Também deve ter calls to action estratégicos para a conversão.

É necessário investir em marketing de conteúdo para explorar todas as oportunidades de solucionar as dores da persona. Também é preciso apostar em estratégias de e-branding para que a audiência capte a mensagem conforme o esperado e na jornada de compra para qualificar os leads.

É essencial estar presente nas mídias sociais criando conteúdo de qualidade, relevante e encantador. Mas, mais do que isso, é preciso investir em SAC 2.0, criando laços, engajamento e gerando grandes oportunidades de negócios.

Sabendo que o comportamento do consumidor mudou, as empresas precisam apostar na multiplicação de canais digitais para ter uma excelente gestão de marca. Investir na solução de problemas das pessoas com inovação, engajamento e troca de experiências de uma maneira divertida e criativa é uma ótima estratégia para atrair novos adeptos e fidelizar os clientes antigos.

Você conferiu como a multiplicação de canais digitais impacta na gestão de marca. Se gostou do nosso post, aproveite para compartilhá-lo nas redes sociais e marcar os seus amigos!


Como planejar e executar uma estratégia de conteúdo para mobile marketing

O mobile marketing não deve ser ignorado. Veja como criar uma estratégia de conteúdo responsiva e promoções exclusivas para usuários de smartphone e tablet!

O mundo digital possibilitou um novo ambiente para se fazer marketing. São inúmeros recursos criados especificamente para isso, como: ferramentas, linguagens e canais. No entanto, não é algo universal: cada um se adapta a uma mídia ou um público. Por isso mesmo, o mobile pede uma estratégia de conteúdo especificamente pensada para ele.

Hoje, o brasileiro acessa muito mais a internet pelo celular: cerca de 95% dos internautas fazem uso do aparelho para tal. Além disso, 92% dos lares do país contam com pelo menos um. Estratégias de conteúdo adaptadas a smartphones e tablets precisam ser pensadas por quem deseja estar perto de seu público, criar credibilidade e, claro, aumentar o número de conversões.

Portanto, é essencial que seu site seja responsivo, isto é, tenha um layout facilmente adaptado para qualquer dispositivo com acesso à internet. Páginas que não foram pensadas para aparelhos mobile são mais pesadas, ficam distorcidas e usam demais os dados do usuário. Em resultados de pesquisa, o Google privilegia links adaptáveis a qualquer tela.

Outro fator que pesa para o investimento nesse mercado é o micro-momento: a necessidade do cliente receber uma resposta imediata e personalizada. Isso fez toda a diferença no mobile marketing porque modificou toda a estrutura da já tradicional jornada do comprador.

Nesse post, você confere algumas dicas para preparar uma estratégia de conteúdo voltada ao mobile marketing:

Crie landing pages simplificadas para sua estratégia de conteúdo

A landing page é a principal responsável por converter visitantes em leads. É nela que o usuário deixa seus dados para ter acesso a um material rico, como e-book, webinar ou checklist.

No entanto, uma tela menor pode dificultar essa conversão, principalmente se houver campos e botões demais. Um layout simples e responsivo, elementos de fácil visualização e poucos campos de preenchimento ajudarão você a obter mais leads para sua estratégia de conteúdo.

Ative a compra com um clique

Esse é um fator que pode ser crucial em um momento de decisão: quando a compra com um clique é ativada, o usuário não terá tanto tempo para pensar se deve ou não adquirir o produto, já que a fase do carrinho de compras é pulada.

Além disso, sites que oferecem esse recurso costumam ser mais seguros. Portanto, é importante que você ofereça certificados de segurança para que seu cliente não pense duas vezes antes de fazer a aquisição.

Já o checkout simplificado ou transparente processa o pagamento do usuário sem entrar em outra página, o que auxilia a tomada de decisão em um micro-momento e economiza os dados do seu cliente.

Use notificações push de acordo com a localização

Notificações push são avisos dados por aplicativos ao celular quando o usuário dá permissão para tal. Normalmente são lembretes de alguma atividade: mensagem nova, informação de uma promoção exclusiva, chegada de e-mails e versão desatualizada são alguns deles.

Todos os sistemas operacionais costumam pedir autorização do usuário para compartilhar informações de localização. Você pode combiná-las aos dados comportamentais, aos quais já tem acesso para oferecer novidades, descontos e promoções. As chances de conversão aumentam porque é algo totalmente adaptado à situação do usuário, ou seja, crucial para micro-momentos.

Identifique as conversões por meio de parâmetros UTM

Os parâmetros UTM são aquelas longas URLs com final “utm_source” e “utm_medium” que servem para saber de onde vem seu tráfego. Resumindo, são cordas de texto que você une a seus links para saber a origem do usuário. Toda vez que houver um clique, você terá essa informação. É esse o recurso usado pelo Google Analytics para fazer seus relatórios.

A análise de dados (web analytics) é essencial para qualquer negócio. Entender o comportamento do consumidor é fator-chave para criar estratégias. Isso não seria diferente no mobile marketing. É aqui que você saberá quais anúncios, banners e posts geram mais cliques e conversões.

Tenha sistemas de pontuação nos aplicativos para impulsionar vendas

O sistema de pontos é um ótimo incentivador para trazer mais clientes. Na medida em que o usuário compra, mais pontos ganha. Ele pode usá-los para garantir descontos ou brindes exclusivos.

Você pode estipular um prazo de validade para uso, aproveitar as notificações push para lembrar o usuário e fazer promoções-relâmpago com a compra de determinado produto gerando pontos em dobro, por exemplo.

Como você viu, o mobile marketing não deve ser ignorado. Além de pensar em uma estratégia de conteúdo específica para ele, as ações para smartphone devem ser integradas às outras campanhas. Assim, além da empresa unificar sua voz, ela facilita o acesso do usuário por diversos meios.

Gostou de saber mais sobre estratégia de conteúdo para mobile marketing? Então, não deixe de compartilhá-lo em suas redes sociais!


Tudo sobre métricas de marketing digital

Saiba quais são as métricas de marketing digital que realmente indicam o sucesso das suas ações!

Hoje vamos falar de métricas de marketing digital. Se você não sabe o que realmente avaliar para medir o sucesso ou não de suas ações, esse post é perfeito para você!

Precisamos entender o objetivo da ação para avaliar corretamente as métricas de marketing digital. Só assim será possível criar um funil de vendas adequado.

Guia completo de métricas de marketing digital

Imagine uma loja física que tenha alguns anos de mercado e seja conhecida por qualidade de seus produtos, bom atendimento e preços baixos, mas que demorou para se atualizar e ainda não tem uma forte presença digital.

A marca contrata um especialista em marketing digital e pede para ele que elabore um diagnóstico para entregar à presidência.

O especialista constata que:

  • O site é antigo e não gera leads;
  • O site tem poucos acessos, pois a frequência de atualização é baixa;
  • A empresa não tem um blog;
  • A empresa tem uma presença fraca nas mídias sociais;
  • A empresa não envia e-mail marketing.

Agora, com base nesse cenário, analisaremos as métricas de marketing digital adequadas para cada canal:

Métricas para site e blog

O especialista viu que o site era antigo e não gerava leads, por isso a primeira ação dele foi refazer tudo. Agora a página é super atual e se adapta a qualquer tamanho de tela.

Também tem um e-commerce e é possível comprar online sem nenhum problema, tanto pelo celular quanto pelo desktop.

Além do e-commerce, o especialista criou um blog e começou a investir em conteúdo, com um post por dia.

Após três meses, o que deve conter no primeiro relatório desse especialista para a presidência da empresa?

Veja:

  • Número de vendas no e-commerce e valor em R$ ou ticket médio;
  • Taxa de conversão;
  • Número de leads gerados.

Essas métricas de marketing digital são as principais para que qualquer presidente entenda o resultado dos seus investimentos.

Se o site não gerava vendas, basta para o presidente saber esse número. Também é importante ele entender a taxa de conversão. Ou seja: é preciso montar um funil de marketing.

Para fazer isso, é necessário saber número de acessos, leads e vendas. Dessa forma, o especialista conhece a taxa de conversão do e-commerce.

Colocamos a taxa de conversão do e-commerce primeiro pois, a princípio, não precisamos gerar leads, certo?

Mas imagine que a loja virtual seja com foco no consumidor final e para os revendedores ou representantes seja criada uma landing page onde eles podem demonstrar interesse em adquirir uma coleção que será lançada em breve. Aí se justifica você apresentar o número de leads.

Métricas para mídias sociais e Adwords

O especialista começou a divulgar os conteúdos do blog nas mídias sociais e fazer lives no Instagram e no Facebook.

Ele também começou a investir em Social Ads e Adwords.

Que métricas ele deve apresentar para a presidência depois de três meses de trabalho? Número de seguidores no Instagram e curtidas no Facebook? Engajamento de post? Nada disso!

Ele só precisa mostrar:

  • Número de vendas no e-commerce por meio das mídias sociais, valor em R$ ou ticket médio;
  • Custo por venda;
  • Custo por lead.

É isso que a presidência de uma empresa que investe em marketing digital precisa saber.

Agora, para a gerência ou equipe de marketing, ele deve mostrar:

  • Os posts que tiveram mais engajamento, organizados por categorias (frases, datas comemorativas ou produtos);
  • Posts que geraram mais cliques ou acessos no e-commerce;
  • Views por vídeo;
  • Tempo de visualização de cada vídeo;
  • Qual post ou categoria gerou mais vendas.

Com essas métricas, é possível entender o resultado da produção de conteúdo; o que vai bem e o que precisa melhorar.

Nem todas as métricas de marketing digital devem ser mostradas para a presidência. Algumas se discutem apenas com a equipe.

Métricas de e-mail marketing

Aqui é a mesma coisa. Se antes o canal não existia, as únicas métricas adequadas para mostrar para a presidência são:

  • Número de vendas por meio do e-mail, valor em R$ ou ticket médio;
  • Número de leads.

Agora, se houver uma equipe que cuide de e-mail marketing ou uma possibilidade de venda direta no site/e-commerce, é preciso analisar questões mais específicas desse canal:

  • Taxa de entrega;
  • Taxa de abertura dos e-mails;
  • Taxa de cliques;
  • Taxa de bounce (soft+hard).

É assim que se deve fazer todas as análises de métricas em marketing digital: olhando sempre para o resultado financeiro de cada canal.

A presidência não quer saber o número de curtidas em uma rede social ou a taxa de engajamento. É responsabilidade da equipe de marketing melhorar esses números para potencializar a performance do funil.

Toda campanha de marketing digital deve acontecer por três motivos:

  1. aumentar as vendas;
  2. reduzir o custo de aquisição de clientes;
  3. melhorar a imagem da marca ou alcançar novos públicos.

E é assim que você deve analisar as métricas de marketing digital.

Esperamos que esse post tenha clareado sua visão. Já adiantamos que o assunto é polêmico, pois existem muitos presidentes que não entendem as métricas de marketing digital e pedem informações desnecessárias.

Agora você já pode enviar esse guia para eles!

E, se fôssemos você, nos matricularíamos agora no curso de Gestão de Mídias Sociais e Marketing Digital da Unisul para aprender muito mais.