Miniatura do infográfico sobre cidades que têm polos tecnológicos nos Brasil

Infográfico: cidades que têm polos tecnológicos no Brasil

O mercado de trabalho para desenvolvedores passa por um ótimo momento, com perspectivas de crescimento nas contratações em todo o país.

Diversas cidades que têm polos tecnológicos buscam o sucesso obtido pelo Vale do Silício. As principais são Florianópolis, Recife, Belo Horizonte, São José dos Campos e Porto Alegre. Elas concentram empresas ligadas à inovação e apostam no mundo digital para alavancar a economia.

No Brasil, alguns polos se revelam bastante atrativos aos novos talentos que aparecem no mercado e aos investimentos de capital público ou privado de origens internas e externas. Ao todo, eles empregam mais de 15 mil pessoas e alguns geram mais de R$ 1 bilhão em faturamento anual por conta do sucesso das empresas que alocam.

Vale destacar que diversos perfis profissionais têm espaço nos polos que existem no Brasil, desde aqueles com formação técnica até graduados e pós-graduados de diversas áreas ligadas ao desenvolvimento tecnológico. Conheça os principais polos espalhados por nosso país e descubra qual deles está mais perto de você!

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Parte da diferença entre marketing e propaganda é que o marketing é maior e mais abrangente, a publicidade está contida nos esforços de marketing.

Entendendo a diferença entre marketing e propaganda

Que as áreas estão relacionadas não há dúvida, mas estão também longe de ser a mesma coisa. Você pode compreender melhor se prestar atenção na própria raiz das palavras.

Marketing está relacionado a market, que significa "mercado" em inglês, portanto, o que ele faz é um planejamento voltado para o mercado de forma a aproximar o consumidor do produto ou serviço, montando toda uma estratégia que melhore a experiência de compra, envolvendo preço, valor agregado, qualidade, canal de atendimento, fidelização etc. Tem uma certa beleza, não é mesmo? Já a propaganda é uma peça publicitária divulgada pelos canais de comunicação para falar sobre determinado produto ou serviço. Como dizia uma propaganda antiga, marketing tem swing. Percebeu a diferença – e a correlação?

Diferença entre marketing e propaganda: o papel de cada um na estratégia 

Responsável pela estratégia de comunicação de uma empresa, o marketing é como um grande guarda-chuva que vai procurar entender o desejo e as vontades dos consumidores e criar mecanismos para satisfazê-los. É ele que cuidará da adequação ao mercado, do preço e se encarregará de buscar valor para agregar ao produto. Ele estuda o público, avalia a distribuição dos pontos de venda e traça estratégias contínuas para que o cliente não apenas escolha aquela empresa entre tantas outras, mas também para que fique cada vez mais contente com ela, sem sequer pensar em migrar para a concorrência.

Já a publicidade consiste na distribuição de mensagens pelas mídias em geral: TV, rádio, internet, cinema, outdoors, mídia impressa. É a veiculação de anúncios sobre o produto (objeto da venda) adequando-as às diversas fatias do mercado, procurando tocar o consumidor de forma a criar uma empatia instantânea. Se o marketing é parte da estratégia para agregar valor à marca, a publicidade deve ser atraente: ela não é meramente informativa nem jornalística (apesar de ter compromisso com a verdade), mas deve, no mínimo, despertar a curiosidade da audiência.

De forma resumida a diferença entre marketing e propaganda consiste no fato de que o marketing é maior e mais abrangente, a publicidade está contida nos esforços de marketing. Entre erros e acertos, ambos têm um ponto em comum: o foco no cliente, peça máxima de qualquer empreendimento.

Na prática, a internet deu uma sacudida nas áreas

Mas deixando a teoria de lado um pouquinho, vamos pensar na prática diária do profissional de marketing – até porque a internet trouxe mudanças substanciais à área, fazendo com que atividades antes exclusivas dos departamentos de criação hoje estejam ao alcance dos business users, a galera que faz o curso de marketing e está arrebentando no marketing digital.

Além de ser um profissional super antenado com o mercado, suas tendências e também com o panorama econômico geral, são várias as áreas de atuação do carinhosamente chamado "marqueteiro", que deve se manter em um processo contínuo de estudo e conhecimento.

Hoje, por exemplo, o marketing digital é um dos ramos mais promissores do mercado, não só em franca expansão, mas que ainda promete muitas novidades adiante. O que acontece é que as agências de publicidade e propaganda acabaram abraçando o marketing na busca por entregar mais serviços para seus clientes. A verdade, no entanto, é que a internet deu uma certa sacudida em ambas as áreas, para "ajeitar" e atualizar as coisas.

Só que, nesse caso, não dá para saber se a "acomodação" já acabou, porque o mercado pulsa – e se mantém em constante transformação. Hoje, o desafio é, com a internet, criar peças publicitárias não apenas de acordo com a mídia, mas com as buscas que as pessoas estão fazendo na internet. Com o marketing de buscas e o consumo de conteúdo transformado em on demand, a publicidade passa a pensar cada vez mais como o marketing – só que sem a mesma abrangência.

Principais áreas hoje para quem faz o curso de marketing

Para o marketing, a internet está sendo extremamente benéfica, abrindo as portas da criatividade e criando novas e inúmeras possibilidades graças às plataformas. E é aí que o campo de trabalho se expande, incluindo muitas atividades que antes ficavam confinadas aos departamentos das agências. Entre as áreas mais cotadas hoje no mercado de trabalho estão as ligadas ao mundo online:

1) Inbound Marketing – ou Novo Marketing

É a evolução do Marketing de Impulsão de Negócios, que é a forma mais tradicional de atuação, na qual é feita toda a estratégia, com análises de mercado, pesquisas de público-alvo, construção e desenvolvimento da marca, lançamento de produto etc. Só que o Inbound Marketing é mais focado nas estratégias digitais de atração do público-alvo, como o desenvolvimento e otimização de sites, criação de marketing de conteúdo, campanhas em mídias digitais, geração de leads, e e-mail marketing segmentado. Como hoje mesmo os segmentos mais tradicionais do mercado (padarias, farmácias, restaurantes, lojas de autopeças etc) já não estão conseguindo ignorar a necessidade de presença digital, a tendência é que o Inbound Marketing substitua completamente sua versão mais antiga: ao invés de "empurrar" mensagens, esse novo marketing descobre o que as pessoas estão buscando e educa os consumidores durante o seu processo de busca por algo que atenda uma necessidade específica.

2) Social Media

Até há alguns (poucos) anos, a opção sequer era mencionada nos cursos de marketing – e hoje é uma das mais bem cotadas do mercado. Já são muitas as empresas que fazem questão de ter suas próprias redes sociais (ou perfis em redes populares), cuidando de todo o relacionamento com os clientes por meio das mídias sociais, gerando e analisando métricas para então desenvolver estratégias com base no comportamento online.

Afinal, de acordo com pesquisa divulgada pelo portal G1, acessar as redes sociais é um hábito para 90% dos jovens internautas entrevistados e, portanto, essa área está repleta de oportunidades para os negócios.

3) Neuromarketing

É um campo novo que se firma cada vez mais no mercado, unindo marketing e ciência para estudar o comportamento do consumidor. Além de muito interessante, tem uma ampla procura pelas lojas virtuais.

4) Consultoria

O profissional também pode trabalhar como consultor, iniciando seu próprio negócio logo após o curso de marketing. Neste caso, ele presta serviço para empresas que precisam melhorar suas estratégias e se torna um especialista na área, com toda a independência de quem tem seu próprio negócio.

Mas lá, no curso de marketing, você ainda vai descobrir muitas outras formas de aproveitamento do mercado, porque o marketing é isso: um imenso processo criativo que trabalha para o aprimoramento constante da relação entre a empresa e consumidor, de forma que todos fiquem satisfeitos com suas experiências.

Quer saber mais sobre o curso de marketing? A melhor forma é aprender com quem é expert: uma faculdade de marketing a distância é o primeiro passo para você conquistar esse mercado!

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Mão feminina depositando cédula de dólar em um cofre em formato de porquinho.

Quanto ganha um economista?

Uma das informações mais procuradas por estudantes antes de entrar na faculdade é o salário médio do profissional formado. É claro que a renda pode variar dependendo do setor em que você trabalhar e a sua formação (seja ela mais específica ou mais geral).

A duração do curso de Economia entre as universidades varia de oito a 10 semestres, durante os quais o estudante recebe uma formação teórica e prática por meio de conteúdos como teoria econômica, macro e microeconomia, matemática, finanças, passando também por ciências sociais e até humanidades.

Oportunidades para economistas

As oportunidades para economistas variam de instituições privadas a órgãos públicos. Veja abaixo algumas das vantagens e desvantagens de cada setor:

1) Instituições Privadas

Empresas nacionais e internacionais, compradores de grãos, montadoras de veículos, distribuidores de fertilizantes, consultorias, entre outras.

Vantagens - Meritocracia: o seu crescimento na empresa depende das suas habilidades interesse e desempenho; rotina dinâmica, sendo possível ser transfência para outras áreas; promoções mais rápidas.

Desvantagens - Muita concorrência nas vagas de empregos; possibilidade de demissão em função de instabilidades no mercado; necessidade de cumprir horas extras.

Média Salarial - Os salários dependem do setor, gerentes bancários ganham em média R$ 8.000,00. Analistas financeiros recebem em média R$ 3.500,00. Já para pessoas com mais experiência os salários aumentam em proporção à responsabilidade do cargo: gerentes de planejamento estratégico ganham em torno de R$ 15.000,00 e analistas de mercado financeiro chegam a ganhar até R$ 20.000,00 por mês.

2) Órgãos Públicos

Instituições de ensino públicas, prefeituras, governos estaduais, ministérios públicos, instituições de pesquisa, entre outros.

Vantagens - Estabilidade econômica; benefícios como plano de saúde, bônus, vale refeição e previdência social privada; trabalho em prol da sociedade por meio do desenvolvimento de políticas públicas; análises econômicas; desenvolvimento industrial; planejamento orçamentários; entre outros.

Desvantagens - Ingresso apenas por concurso público; muitos candidatos por vaga; trabalho mais repetitivo e operacional.

Média salarial - O valor do salário depende do concurso prestado. Concursos para pesquisa econômica e análise estatística variam de R$ 3.500,00 a R$ 6.000,00. Concursos para professores e pesquisadores em universidades públicas pode chegar a R$ 6.000,00. Em cargos em ministérios, como responsável pelas políticas públicas de um estado, o salário pode ser superior a R$ 10.000,00.

3) Estágio e Trainee

Para uma formação completa, é importante que estudantes de ciências econômicas façam estágios durante a faculdade e procurem programas de trainee após a graduação. Bancos e empresas de consultoria e auditoria são bons locais para iniciar a carreira.

Segundo a Revista Exame, os empregadores mais atrativos do mundo na área de negócios são o Google e a Apple. Outras empresas também citadas pelos jovens são EY (que aparece em 3º lugar na pesquisa), Goldman Sachs (4º), PWC (5º), Delloite (6º), Microsoft (8º), KPMG (9º) e  L'Oréal (10º).

Como você pode perceber pela lista, as maiores empresas de auditoria e consultoria estão listadas como empregadores atrativos. O salário médio inicial em cargos de estagiário fica entre R$ 700,00 e R$ 1.200,00, enquanto a remuneração de trainee varia de R$ 1.800,00 a R$ 2.200,00.

4) Negócio Próprio

Uma alternativa encontrada por pessoas que não se adaptam ao ritmo das empresas privadas e não desejam traçar uma carreira pública é a abertura de um negócio próprio. Nesse caso, o economista será o responsável por administrar e planejar os investimentos no negócio.

Na hora de escolher o tipo de negócio, o setor de franchising pode ser atraente para o novo empreendedor. O Portal Sua Franquia oferece várias oportunidades de negócios e a ABF - Associação Brasileira de Franchising divulga diversas informações úteis. Algumas franquias exigem número mínimo de habitantes para que uma loja seja aberta. Por isso, é importante pesquisar todos os detalhes e analisar o ROI (Retorno sobre o Investimento) antes de iniciar a operação.

5) Transformando uma ideia em negócio

Se você gosta de cozinhar pode abrir um restaurante, se gosta de arte, pode abrir uma loja de arte. Aliar seus conhecimentos em economia e mercado a um hobby pode ser muito lucrativo e prazeroso.

Depois desse artigo você está mais confiante em seguir a carreira de economista? As possibilidades de atuação são diversas e se você não se interessar por um setor pode facilmente investir em outro.

Compartilhe conosco o que mais chama sua atenção no curso de economia e quais são suas dúvidas. É fácil, basta deixar sua opinião nos comentários!

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