A força do branding é fundamental para criar produtos que garantam a diferenciação da marca no mercado.

Sabemos que o mercado é formado por um grupo específico de consumidores que têm necessidades, comportamentos de compra ou características similares. Da mesma forma, estamos cientes de que a segmentação é positiva. Afinal, quando um produto não é capaz de satisfazer as necessidades e os desejos, outro entra no lugar. Nas lacunas de um produto, insere-se outro.

Você deve estar pensando como a criação de produtos se reflete na diferenciação da marca e por que trouxemos o conceito de segmentação para esse post. Vamos por partes, mas lembre-se que é compreendendo esse processo que os produtos se tornam capazes de resolver problemas reais e que, também por isso, as marcas se destacam.

Produto e marca: quais são as diferenças

Como já antecipamos, o produto oferece solução para alguma dor do cliente. E isso vale para todos os mercados. Um desodorante, por exemplo, resolve os odores pós sudorese dos indivíduos; um sistema ERP liga todas as áreas de uma organização, facilitando a leitura dos dados e, consequentemente, a administração.

O problema é que, em algum ponto, produtos que concorrem na mesma categoria desempenham funções muito similares, perdendo sua autenticidade.

A marca, em contrapartida, vem para preencher essa lacuna. Há quem diga que os clientes não se apaixonam por produtos.

Basta levantar a discussão entre Apple Lovers x Samsung Lovers: os aparelhos resolvem as dores dos usuários de forma semelhante, mas a força da marca é o que define a escolha, no final das contas.

Então, como o processo de criação de produtos influencia a diferenciação da marca?

Sabemos que diante de produtos semelhantes, é preciso investir na diferenciação da marca. Se você ainda não entendeu, estamos falando de branding.

Branding – ou gestão de marca – é a identidade vital da organização. Na prática, são estratégias que são aplicadas para construir a percepção do consumidor. Trocando em miúdos, é a percepção de seus clientes em relação à sua marca; é o ponto de virada da diferenciação.

A construção do branding passa por vários caminhos, mas o mais importante é o conhecimento do seu target e de um objetivo claro: como você quer ser visto pelo consumidor e o que diferencia sua marca das outras?

Branding na prática

Pensarmos em alguns exemplos de marcas e no que elas representam para o seu consumidor.

Harley Davidson

A fabricante de motocicletas imprimiu seu estilo na vida de seus consumidores. Afinal, a Harley é mais que uma marca.

Você consegue entender por que as pessoas preferem um estilo de moto barulhenta e que o motor esquenta rápido? Branding e orgulho de pertencer.

Red Bull

Você já deve estar pensando no slogan “Red Bull te dá asas”. A jogada da marca foi relacionar o energético a sensações pulsantes, como momentos de aventuras que tiram o fôlego.

Anitta

Quem entende de marketing não consegue criticar a moça que saiu da periferia do Rio de Janeiro para fazer sucesso no mundo inteiro. Sua estratégia é notável e a diferencia de outras cantoras brasileiras.

Não precisamos citar outros exemplos, não é? Nessa altura, você já fez a conexão entre segmentação de mercado, produto, marca e branding. Uma estratégia robusta de marketing pode influenciar no sucesso de um produto, no fortalecimento de uma marca e na conquista agressiva de fatias do mercado.

Para fazer parte desse processo é preciso dominar esse assunto tornando-se especialista. Aqui, você tem a oportunidade de virar a chave.

Conheça o nosso curso de especialização em Marketing Estratégico. Elaborado por professores experientes e com grande vivência no mercado de trabalho, a matriz curricular dessa pós-graduação une experiências teóricas e práticas, que tornam o nosso aluno mais preparado para os desafios do mundo corporativo.

Quer conhecer? Veja aqui o resumo do curso e fale com um de nossos consultores hoje!