Infelizmente, o saneamento básico ainda não é uma realidade para o Brasil em sua totalidade, apesar de ser um direito pleno do cidadão.

O principal intuito de uma política de saneamento básico é gerar maior qualidade de vida à população, respeitando questões legais, preservando o meio ambiente e buscando um crescimento sustentável.

Toda política de saneamento básico implantada nas cidades é apoiada em alguns planos, como a tecnologia, sistema de gestão, ações integradas e na reciclagem de resíduos sólidos, buscando reduzir, sempre que possível, totalmente ou grande parte do volume de resíduos finais que o sistema produz.

Como funciona o planejamento do saneamento básico?

O início de um planejamento de saneamento básico começa pelo Plano Municipal, no qual questões como o abastecimento de água, o esgotamento sanitário e o manejo e dispersão dos resíduos sólidos dos grandes centros urbanos ou meios rurais são definidos.

A partir desse plano, começam as melhorias e obras para que o saneamento básico atenda ao maior número de cidadãos possível.

Quando se desenvolvem ações previstas no plano municipal de saneamento básico, todos ganham, e os impactos positivos à saúde e qualidade de vida da população são visíveis. As consequências benéficas são a limpeza das vias urbanas e rurais, a não contaminação do solo e diminuição da proliferação de insetos e do número de doenças que atingem, principalmente, às comunidades de baixa renda.

O panorama do saneamento básico no Brasil

Em média, são produzidos 8,4 bilhões de litros de esgoto por dia no Brasil. Desse total, 5,5 bilhões não recebem nenhum tipo de tratamento e são despejados aleatoriamente no meio ambiente. Essa falta de preparo para ações de saneamento básico é gravíssima e causa danos incalculáveis, como a contaminação do solo, rios, mares, mananciais, além de reflexos diretos para a população, como a proliferação de doenças, por exemplo.

Demanda de trabalho nas estratégias de saneamento básico

Dentro de um plano de saneamento básico, são envolvidos diversos profissionais de áreas diferentes, o que possibilita uma visão mais focada e humana para a estratégia.

Dentre os postos de trabalho nesse setor, estão os destinados para profissionais da área de Saúde, Assistência Social e Obras Públicas, e, principalmente, os gestores ambientais.

A crescente demanda por esse tipo de profissional reflete na importância do tema para o crescimento das cidades e o avanço das tecnologias. Os cursos de graduação em Gestão Ambiental preparam o aluno para lidar com problemas e soluções a respeito do saneamento básico, primando para que os recursos naturais sejam explorados de forma racional, preservando a biodiversidade e promovendo a sustentabilidade.

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