Conheça a infraestrutura e as tecnologias de projetos focados em IoT e saiba tudo o que precisa para aprimorar o Data Center da sua empresa.

Internet of Things (IoT) ou, simplesmente, Internet das Coisas, é o nome dado à infraestrutura tecnológica utilizada para conectar os equipamentos que usamos todos os dias à rede mundial de computadores.

A ideia de tecnologias de projetos focados em IoT surgiu em 1999, com as conexões de internet e TCP/IP, e se popularizou a partir daí.

Atualmente, as tecnologias de projetos focados em IoT são objetos de estudos, pesquisas e evoluções para simplificar as conexões diárias no mundo todo.

Confira o nosso post e saiba tudo sobre IoT e tecnologias de projetos focados nisso!

Conheça a infraestrutura e as tecnologias de projetos focados em IoT

Por que desenvolver um projeto de IoT?

O maior desafio do IoT é lidar com o crescimento dos dados em circulação de forma segura para o usuário e para o próprio sistema.

Estima-se que, até 2020, cerca de 1,6 bilhão de terabytes sejam gerados entre as conexões de ponto-a-ponto, apoiados por sistemas de análise e gerenciamento de dados e nuvens de armazenamento, o que significa mais dispositivos e usuários conectados todos os dias.

Com esse crescimento, são necessárias mais atualizações de softwares e criptografias de segurança. A complexidade e o volume dos dados gerados podem sobrecarregar a infraestrutura, o que exige um aprimoramento constante das tecnologias de projetos focados em IoT.

A HP Security Researcher aplica, constantemente, testes de segurança em aparelhos de uso diário e, segundo ela, cerca de 70% estão sujeitos a ataques. Entre eles, podemos citar máquinas, aparelhos de TV, geladeiras, relógios, óculos ou qualquer outro aparelho com conexão à rede mundial de computadores.

Tecnologias de projetos focados em IoT e sua infraestrutura

Antes de investir pesado na montagem ou na atualização de IoT na sua empresa, é importante saber quais os resultados que você busca com ela. Não adianta investir desenfreadamente em novas tecnologias sem saber o objetivo que a organização deseja alcançar.

Depois de definir as necessidades, uma equipe de TI qualificada e com um bom entendimento da sua empresa e de seus clientes saberá utilizar os recursos do Big Data para colocar a IoT para funcionar.

Isso inclui a instalação de equipamentos que precisam suportar toda a carga de memória, processamento, capacidade de rede, gerenciamento, segurança e monitoramento contínuos.

Por se tratar de ferramentas que estão em contato direto com o cliente, elas precisam ser mais leves e responsivas que as tecnologias de Big Data. A responsabilidade principal da equipe encarregada pelo projeto focado em IoT é encontrar um equilíbrio entre a eficiência do sistema, tanto para a empresa quanto para os clientes finais.

É preciso construir uma estrutura e comprar equipamentos?

Se a sua empresa possui capital suficiente para novas instalações e equipamentos de ponta, ótimo! Mas o fato é que nem sempre é necessário grande investimento. Você pode adaptar o espaço disponível para receber o centro de IoT e reutilizar a infraestrutura de cabos já existente.

Existem formas de adaptar todo o sistema de inteligência em servidores na nuvem, como é o caso do prédio da Delloite, nos EUA. Todos os equipamentos com algum sistema de inteligência são ligados diretamente em um computador que processa os dados via Microsoft Azure.

Independentemente da forma que utilize para o processamento de dados, você deve sempre ficar atento ao desempenho e à segurança dos equipamentos de borda.

IPv4 ou IPv6: qual protocolo usar?

Essas combinações numéricas, que são a base do funcionamento da internet, têm a simples função de conectar os computadores à rede. Esses protocolos são conjuntos de valores que interagem entre si para que você permaneça online.

O protocolo IPv4 existe desde a criação da internet. Ele transmite informações na frequência de 32 bits e sustenta quase 3,12 bilhões de endereços de IP no mundo inteiro.

O problema desse protocolo está na quantidade de endereços que é suportada pelo sistema. Atualmente, com o surgimento de tantos aparelhos inteligentes, o IPv4 ficou sobrecarregado e, aos poucos, é substituído pelo IPv6.

O IPv6 é a sexta versão do protocolo de navegação que, por sua vez, trabalha em uma frequência de 128 bits (8 blocos de 16 bits cada). Isso significa que ele suporta muito mais de 1 trilhão de novos endereços, o que dificultaria a sobrecarga do sistema.

Desde a última década, os fabricantes adotam os protocolos IPv6 nos equipamentos mais novos e empresas como o Facebook e o Google já começam a trocar os seus sistemas.

Apesar de não existir uma previsão correta para a substituição total, é necessário estar sempre um passo à frente no mundo tecnológico para evitar prejuízos.

Interoperabilidade de sistemas

Esse é o nome dado à capacidade de conexão entre os aparelhos, da forma mais eficiente possível, garantindo total integridade dos dados e atingindo o objetivo principal da empresa.

Para permitir essa comunicação de forma “limpa” entre os sistemas, é necessário um padrão mais aberto e flexível, de forma geral.

A interoperabilidade pode ser classificada quanto à codificação dos dados (sintática), organização (pragmática), compartilhamento de informação entre sistemas (técnica) ou a descrição das informações (semântica).

Quando essas tecnologias de projetos focados em IoT são aplicadas de forma contínua nos sistemas da empresa, podem gerar benefícios como redução de custos, visões mais estratégicas, automatização de tarefas e velocidade em decisões, com base em objetivos e estratégias para o alcance de bons resultados.

A aplicação de uma boa infraestrutura e de tecnologias de projetos focados em IoT na sua empresa permite que você torne o serviço muito mais rápido e eficiente. Ao fazer a divisão dessa infraestrutura, é importante focar nas necessidades da empresa e se adequar para o processamento desses dados essenciais.

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