Oportunidades surgem em toda parte e demandam especialistas. Entenda o crescimento da Internet das Coisas no mercado brasileiro.

O Brasil avança na transformação da tecnologia na mesma velocidade que o resto do mundo. A Internet das Coisas (do inglês, Internet of Things, IoT) no mercado brasileiro, segundo a empresa de pesquisa IDC, movimentará US$ 8 bilhões (mais de R$ 25 bilhões) em 2018; um crescimento de mais de 14% em relação ao ano passado. Esses dados são um reflexo do Plano Nacional de Internet das Coisas, lançado pelo Governo Federal no final de 2017.

Mas o que é, exatamente, Internet das Coisas? É, de forma simplificada, quando é possível se conectar a aparelhos, como smartphones, carros, sistemas de segurança e iluminação, havendo a troca de informações entre os dispositivos sem conexões físicas. Alguns exemplos são fechaduras inteligentes, termostatos, aplicativos para celulares que controlam práticas de esportes, carros e sensores para a agricultura. As aplicações em nossa vida cotidiana não têm limites!

As perspectivas da Internet das Coisas no mercado brasileiro

Para a Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc), o Brasil tem potencial para ser uma liderança internacional na criação e produção de tecnologias desse tipo. Segundo a instituição, há demanda em áreas como planejamento urbano, logística, produção industrial e agrícola e preservação do meio ambiente, entre outras.

A IDC tem as mesmas perspectivas e aponta que a tendência dos setores de saúde, indústria, agricultura, infraestrutura urbana e manufatura é aderir a projetos voltados para a IoT.

Ainda de acordo com a IDC, os usuários domésticos devem ajudar a impulsionar o mercado. A estimativa é de que os consumidores brasileiros gastem, em 2018, quase R$ 1,5 bilhão na compra de aparelhos conectados à internet. Um crescimento de mais 43%, em comparação a 2017.

E não para por aí. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançaram uma chamada para seleção de projetos-piloto de IoT. Serão disponibilizados R$ 20 milhões em recursos não reembolsáveis para impulsionar projetos do setor.

Procura-se especialistas

Ao mesmo tempo em que os projetos de IoT se multiplicam, aumenta a procura por profissionais capacitados para atender a essa nova demanda de mercado.

As oportunidades surgem em toda parte para a IoT no mercado brasileiro. De acordo com a Abinc, existem, pelo menos, seis mercados estratégicos:

  1. Segurança para Internet das Coisas e Analytics
  2. Redes LP SP e LP WAN
  3. Processadores e microcontroladores
  4. Sistemas operacionais de tempo real
  5. Padrões
  6. Ecossistemas

Em todos esses setores haverá procura por engenheiros da computação, elétricos e mecânicos, programadores e desenvolvedores, cientistas de dados e profissionais da área de TI.

O site CIO, especialista em tecnologia e TI, listou dez habilidades importantes para os profissionais que desejam trabalhar com IoT. Todas estão relacionadas às áreas de Design de Circuito, Programação de Microcontroladores, Big Data, Engenharia Elétrica, Arquitetura de Segurança, AutoCAD, Segurança de Infraestrutura, Machine Learning, GPS e Node.js.

Saia na frente

A Internet das Coisas no mercado brasileiro já ultrapassou a barreira de uma tendência e se tornou se algo concreto e em crescente expansão como opção de trabalho. Se você é um profissional de Sistemas para Internet ou tem interesse na área, tem que se preparar para entrar nesse mercado competitivo e conquistar o seu lugar ao sol, seja como empreendedor individual ou atuando em uma empresa de tecnologia.

Atualmente, as melhores instituições de ensino superior do Brasil já contam com cursos de graduação e pós-graduação voltados para IoT na modalidade de educação a distância.

Agora que você já entende o papel da IoT no mercado brasileiro, que tal conhecer o nosso curso de pós-graduação a distância em Internet of Things?