Opções de pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados em Florianópolis

Confira qual é a única pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados disponível em Florianópolis!

Buscar qual pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados atende às suas necessidades exige tempo e atenção. Além de pesquisar o melhor preço, também é importante avaliar a grade curricular oferecida, o corpo docente e a localização.

Para fazer a melhor escolha, coloque tudo isso na balança e descubra qual universidade oferece mais vantagens!

Quer fazer pós-graduação em Florianópolis?

Falando em lugar, já cogitou a possibilidade de fazer uma especialização em Florianópolis (SC)? Se não, vale a pena saber que a capital catarinense é considerada o Vale do Silício brasileiro, segundo a BBC World. A cidade oferece um verdadeiro polo tecnológico e reserva ótimas oportunidades para quem gosta de inovação.

Além disso, oferece cursos diferenciados para profissionais que já entendem a importância do Big Data para a construção de estratégias cada vez melhores. Um exemplo disso? A pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados, que funciona como uma interface entre as áreas de Computação e Gestão.

Onde cursar pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados na capital catarinense?

Ensino a distância

Quem pretende fazer pós-graduação a distância deve aguardar por novas opções no mercado. Até o momento, ainda não estão disponíveis especializações que unam análise estratégica e ciência de dados nessa modalidade de ensino.

No entanto, é possível cursar Análise Estratégica ou Ciência de Dados. Essas são opções que exigem mais tempo e, claro, investimento.

Ensino presencial

A pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados da Unisul é o primeiro curso presencial de Florianópolis a somar inteligência estratégica aos conceitos mais avançados sobre banco de dados.

Trata-se de uma escolha interessante para profissionais que têm afinidade com a parte estratégica dos negócios, conhecem a importância da análise do Big Data e gostariam de estudar em Florianópolis. O curso acontece no centro da capital catarinense, a poucos minutos da rodoviária e do aeroporto.

Saiba mais sobre a pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados da Unisul!

Objetivo do curso

A especialização tem como objetivo formar profissionais capacitados para atuar diretamente no processo de tomada de decisão a partir da aplicação da Ciência de Dados.

Por isso, ensina os alunos a converter informações processadas de bancos de dados em valiosos insights para o alinhamento de estratégias cada vez mais efetivas nas organizações.

Habilidades desenvolvidas

Ao concluir a especialização, o aluno será capaz de otimizar o processamento de análise de dados, além de selecionar tecnologias e apresentar informações relevantes para tomadores de decisão em empresas.

Público-alvo

A pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados da Unisul é destinada a graduados nas áreas de Administração, Computação, Economia, Engenharia, Informática e demais profissionais interessados.

Opções de pagamento

A pós-graduação conta com a vantagem de oferecer preço acessível e opções de parcelamento para todos os bolsos.

Os alunos que preferirem pagar o valor total do curso à vista ganham desconto de 15%. Já aqueles que optarem pelo pagamento em parcelas podem fazê-lo de 18 a 33 vezes.

Como podemos ver, motivos para escolher essa especialização é o que não faltam!

Agora você já sabe o que encontrará na pós-graduação em Análise Estratégica e Ciência de Dados da Unisul. Para continuar acompanhando as novidades da Universidade, siga a gente em redes sociais como Facebook, InstagramLinkedIn, Twitter e YouTube.


O papel da gerência de riscos para a segurança do trabalho

Como o profissional de segurança do trabalho pode atuar na gerência de riscos para salvar milhões de vidas e bilhões de reais?

A segurança do trabalho é, hoje, fator de competitividade. O número de acidentes interfere negativamente no orçamento e na imagem de qualquer empresa.

O impacto humano e econômico dos sinistros laborais é gigantesco: a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que cerca de 2,3 milhões de pessoas tenham perdido a vida por causa de acidentes e 300 milhões tenham ficado feridas.

Em termos financeiros, o custo dos acidentes — contabilizando dias perdidos de trabalho e custos com saúde, reabilitações e pensões — é estimado em 4% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

Nesse contexto, o gerenciamento de riscos surge como fator estratégico no controle de danos e no manejo de crises no âmbito da segurança do trabalho.

Entenda qual o papel do profissional de segurança do trabalho na gestão dos riscos!

O que é o gerenciamento de riscos para a segurança do trabalho?

No âmbito do gerenciamento de projetos, o risco é um:

“Evento incerto ou condição que, se vier a ocorrer, tem efeito positivo ou negativo sobre um objetivo do projeto.” (PMBOK, 2013)

Nesse sentido, os riscos podem ser vistos também como oportunidades. Assim, as estratégias de gestão de riscos são classificadas como:

Impactos Negativos Impactos Positivos
Evitar Explorar
Transferir Compartilhar
Mitigar Melhorar

Porém, todo gestor lida com recursos limitados. Por essa razão, frequentemente esse profissional precisará aceitar certo nível de riscos que não poderá controlar.

De modo geral, os riscos empresariais são classificados como:

  • puros ou relativos às possibilidades de ganho ou perda, como riscos administrativos, políticos e de inovação;
  • especulativos ou relativos à materialização das perdas, como riscos às pessoas, aos materiais e às propriedades.

Portanto, as empresas estão suscetíveis a riscos imensuráveis e mensuráveis. Deste modo, são de suma importância para o crescimento das organizações o conhecimento e o gerenciamento dos riscos pertinentes.

O que é gerenciamento de riscos?

O papel da gerência de riscos é implementar estratégias de identificação, avaliação e controle de riscos para a redução da probabilidade de danos ou de lesões ao patrimônio humano, material e ambiental.

Além disso, o gerenciamento de riscos fornece meios para que as organizações atendam à legislação vigente. Então, é inevitável que seja a ele incorporado o que está previsto nas Normas Reguladoras (NRs).

Antes de chegar a uma fatalidade, é necessário que haja 300 mil comportamentos de alto risco que podem terminar em lesões, incapacitações e outros prejuízos humanos e materiais.

O que a gerência de riscos tem a ver com a segurança do trabalho?

A gerência de riscos dentro da segurança do trabalho atua de modo a prevenir atos inseguros ou mitigar riscos de acidentes laborais.

Para isso, o gerente de riscos deve se apoiar no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), onde constam as orientações gerais para a prevenção de acidentes em determinado ambiente de trabalho.

Além disso, a gerência de riscos na segurança do trabalho é responsável por repassar as orientações gerais contidas neste documento de modo a prevenir acidentes.

O PGR é obrigatório para a obtenção do Licenciamento Ambiental. Verifique a legislação local para saber como isso funciona em sua região.

Com a finalidade de repassar as informações contidas no PGR e nivelar as expectativas, são utilizados procedimentos como as Semanas Internas de Prevenção ao Acidente de Trabalho (SIPATs). Nesses treinamentos, o especialista em segurança comunicará a respeito dos procedimentos, medidas preventivas e uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

O investimento em gerência de riscos na área de segurança do trabalho compensa. Dados da OIT informam que o prejuízo financeiro com as consequências dos acidentes nos ambientes de trabalho chega à cifra de R$ 26 bilhões aos cofres públicos brasileiros.

O Brasil, aliás, é o 4º colocado mundial em quantidade de acidentes e doenças de trabalho. Esse número alarmante pode ser reduzido, desde que ações apropriadas de gerência de riscos sejam adotadas pelas empresas e seguidas pelos colaboradores.

Diante disso, fica evidente o papel estratégico da gerência de riscos dentro da área de segurança do trabalho. Além de preservar vidas humanas, ela ajuda a diminuir o enorme prejuízo financeiro e produtivo ocasionado pelos acidentes laborais.

Os riscos podem ser classificados de várias maneiras, de acordo com o perfil da empresa em questão. Os prejuízos financeiros e humanos causados por doenças e acidentes de trabalho chegam a cifras bilionárias, um dado preocupante para a saúde pública.

Porém, com uma boa gestão de riscos, esse número pode cair drasticamente, salvando milhões de vidas e poupando bilhões de reais.

Quer saber como se tornar um especialista nessa área? Então conheça o curso de pós-graduação em Engenharia e Segurança do Trabalho da Unisul!


Medicina do trabalho: conheça os requisitos legais!

Veja como a presença do profissional de medicina do trabalho é indispensável para o cumprimento dos requisitos legais de segurança nas empresas.

Em 1950, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceram que o objetivo da saúde ocupacional seria a adaptação do ambiente de trabalho ao trabalhador e dele à função que exerce.

Porém, no Brasil, somente no final da década de 1960 a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) passou a regulamentar especificamente a medicina do trabalho.

A CLT estabelece as diretrizes para proteção e promoção da saúde e do bem-estar físico e psicológico do trabalhador, bem como os deveres de seu empregador.

Interessado em saber quais requisitos legais as empresas devem atender se adequarem à legislação brasileira? Confira esse post!

O que é medicina do trabalho?

Como especialização da área médica, a medicina do trabalho visa: prevenção de acidentes e doenças; acompanhamento e promoção da saúde e do bem-estar; e continuidade da capacidade produtiva do trabalhador, de suas famílias e da comunidade.

Ainda tem como objetivo assegurar ou proporcionar a melhoria contínua das condições de saúde do trabalhador, propiciando relações interpessoais e ambientes de qualidade.

O que são os requisitos legais?

Requisitos legais são regras jurídicas que são descritas e têm caráter de obrigatoriedade. São elas: leis, decretos, portarias, instruções normativas e resoluções, entre outras.

Como forma de garantir que os objetivos da medicina do trabalho sejam minimamente garantidos, ao contratar profissionais sob o regime da CLT, as empresas devem cumprir alguns requisitos legais gerais.

São eles:

Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho

Cada Norma Reguladora (NR) da segurança e medicina do trabalho estabelece uma série de medidas e procedimentos a serem cumpridos, de acordo com a especificidade do setor do qual tratam.

Portanto, cada organização deve se adequar à NR ou ao conjunto de NRs que faz referência às especificidades da sua cadeia produtiva.

Atualmente, temos 36 NRs em vigência. Dizem respeito à medicina do trabalho: 07, 15, 16, 20, 32 e 36.

Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar para evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais

Cabem aqui medidas com intuito de:

  • alertar e prevenir sobre comportamentos de risco e atos inseguros no desempenho da função;
  • divulgar as obrigações e as proibições que os empregados devem conhecer e cumprir;
  • determinar e divulgar as ações e os procedimentos a serem adotados em caso de doenças ou acidentes do trabalho; e outras.

Adotar as medidas que sejam determinadas pelo órgão regional competente

Pois estas devem apresentam caráter mais restritivo que a legislação federal.

Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente

A obrigatoriedade do cumprimento de tais requisitos e os desdobramentos decorrentes deles — a elaboração de medidas de prevenção e controle, como o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) — torna necessária a participação de um profissional especializado em medicina do trabalho durante o processo de adequação das empresas à legislação.

Como um curso de pós-graduação em Segurança do Trabalho pode ser o que você procura? 

A especialização em Segurança do Trabalho da Unisul tem duração total de cinco semestres e conta com uma carga horária de 690 horas, o que a caracteriza como uma pós-graduação lato sensu, segundo o Ministério de Educação.

Pensando na praticidade e na qualidade do curso, as aulas ocorrem quinzenalmente de forma presencial e são lecionadas por docentes com vasta experiência na área.

Além disso, para reforçar e incentivar os conhecimentos práticos, equipamentos de medição de riscos ambientais estão disponíveis para os alunos no Laboratório de Ergonomia e Segurança do Trabalho.

Onde poderá atuar como especialista?

Apesar de a demora do Brasil em se desdobrar sobre o assunto, a CLT estabelece a obrigatoriedade da medicina do trabalho permear todos os segmentos empresariais.

Desse modo, o profissional especializado pode não só auxiliar na adequação de uma empresa, mas em processos de certificação, fiscalização e auditorias, tanto relacionadas ao trabalhador quanto ao ambiente de trabalho.

Portanto, os profissionais especialistas em segurança do trabalho podem apoiar as empresas a alcançarem os requisitos legais. Assim, além de segurança jurídica, as organizações terão maior confiabilidade. Também minimizarão a significativamente as despesas que surgem como consequência dos acidentes.

Pensando em integrar o time de profissionais especializados nessa área? Saiba mais sobre o curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho!


Entenda o que é a Engenharia de Requisitos em projetos de Bancos de Dados

A Engenharia de Requisitos em projetos de Bancos de Dados é a disciplina que traduz para o desenvolvedor tudo que o usuário espera.

Você sabe o que é a Engenharia de Requisitos em projetos de Bancos de Dados? Se já lidou com algo desse tipo, provavelmente passou por problemas de comunicação entre o que os usuários esperam do novo sistema e o que os desenvolvedores efetivamente criam.

A Engenharia de Requisitos surgiu justamente para solucionar esse problema. Ela pode ser definida como uma atividade de tradução. O engenheiro transforma os desejos explícitos e as necessidades do usuário em uma linguagem que o desenvolvedor possa entender para criar o Banco de Dados — ou o software — certo.

O inverso também é verdadeiro: o engenheiro traduz declarações e perguntas de desenvolvedores em um formato que os usuários possam entender e responder. Essa é a essência da Engenharia de Requisitos.

Mas como exatamente funciona a Engenharia de Requisitos em projetos de Bancos de Dados e o que você precisa saber para decidir se essa é a carreira certa para você? Continue lendo e descubra!

O que exatamente é um requisito?

Antes de falar da Engenharia de Requisitos em projetos de Bancos de Dados em si, temos que primeiro responder a uma pergunta básica: o que é um requisito?

Um requisito é:

  • Uma condição ou habilidade que é necessária por um usuário (pessoa ou sistema) para resolver um problema ou atingir uma meta;
  • Condição ou habilidade que um sistema deve cumprir ou possuir para satisfazer um contrato, norma, especificação ou outros documentos estruturados de acordo com fórmulas;
  • Uma representação documentada de uma condição ou propriedade como no ponto 1 ou 2.

A representação documentada de um requisito é mencionada explicitamente porque os requisitos também podem existir inconscientemente ou oralmente. A documentação é um meio para um fim.

O ato de escrever obriga você a fazer formulações exatas e tomar decisões. Também encoraja a discussão e leva à descoberta de contradições. Mal-entendidos não podem ser totalmente evitados, mas sua frequência pode ser reduzida. E isso nos leva à Engenharia de Requisitos.

Então, o que é Engenharia de Requisitos?

A Engenharia de Requisitos refere-se à primeira fase de um projeto de Banco de Dados, antes que qualquer planejamento, codificação, teste ou manutenção real ocorra. O objetivo é criar um documento e um processo iniciais importantes no design.

Em outras palavras, ela determina qual Banco de Dados será produzido. É basicamente a coleta de informações dos requisitos de um cliente ou público-alvo para um sistema, antes que o projeto efetivamente inicie.

As especificações de requisitos também fornecem feedback ao cliente em potencial, dividem os problemas em partes menores e fornecem informações sobre o design real do Banco de Dados.

O cliente terá informações claras com a ajuda de gráficos, fluxogramas, diagramas e tabelas para ter certeza de que o que será produzido atenderá aos seus objetivos. Por outro lado, o desenvolvedor terá a base para assegurar que o produto final sairá de acordo com o esperado.

E a Engenharia de Requisitos em projetos de Bancos de Dados?

Na Engenharia de Requisitos, os engenheiros analisam um conjunto de dados referentes às metas e aos objetivos do software: como ele funcionará e quais são as qualidades das propriedades que deve ter para fornecer os resultados necessários.

Então, eles trabalham a partir desses dados para analisar soluções de codificação específicas que suportam esses resultados.

Elementos de Engenharia de Requisitos em projetos de Bancos de Dados incluem:

  • Solicitação de requisitos, onde uma empresa de software obtém essas informações de um cliente;
  • Verificação de requisitos, onde os engenheiros confirmam que eles são precisos;
  • Gerenciamento de requisitos, que combina processos com o que se espera;
  • Especificação de requisitos;
  • Análise de requisitos.

Normalmente, os desenvolvedores adaptam os requisitos de acordo com as necessidades. Isso significa que muitos estágios acontecem durante as comunicações entre o cliente e a empresa que cria o Banco de Dados.

A Engenharia de Requisitos permite garantir a qualidade do produto e fornece um loop de feedback para o desenvolvedor — para verificar se os requisitos são executáveis ​​individualmente ou se podem ser combinados com outros para uma solução significativa.

A Engenharia de Requisitos em projetos de Bancos de Dados é uma disciplina nova e com expectativa para crescer nos próximos anos. Para não ficar para trás, conheça o nosso curso de especialização agora mesmo!


Como fazer análise de mercado para um plano de negócios?

Descubra quem são os seus clientes, concorrentes e fornecedores, bem como o diferencial do seu negócio. Aprenda a fazer análise de mercado!

O plano de negócios é parte fundamental na organização de qualquer empresa. Nele, passamos por algumas etapas: planejamento estratégico do negócio, produtos e serviços, marketing, financeiro e análise de mercado.

Neste post, daremos foco à última etapa e ensinaremos como fazer uma análise de mercado eficaz.

Mas antes, o que é um plano de negócios?

Como o próprio nome diz, este é um documento que reúne as ideias de quem pretende abrir uma empresa de forma organizada, de acordo com as regras da boa gestão.

Acima de tudo, essa é uma ferramenta que concilia a estratégia com a realidade empresarial, pois, de tempos em tempos, o plano de negócio deve ser revisitado e atualizado. Ele é capaz de indicar se a organização caminha na direção pensada lá no início.

Ao imaginar uma empresa sem qualquer planejamento, encontra-se um empreendimento sem direção, sem rumo e, o pior, sem saber o que espera atingir; assim, as chances de sucesso são reduzidas. (BERNARDI, 2008, p. 6)

Análise de mercado: este negócio pode dar certo?

Esta, talvez, seja uma das fases mais importantes do plano de negócios. Afinal, é aqui que você descobre os seus clientes, concorrentes e fornecedores e detalha os seus produtos e serviços — descobrindo, assim, qual é o seu diferencial frente ao concorrente.

Para descobrir todas essas informações, existem muitas técnicas e métodos, mas o que se destaca é a pesquisa — seja ela feita por meio da elaboração de questionários, entrevistas e conversas com clientes potenciais ou até mesmo pela análise da concorrência.

O empresário pode contratar uma empresa especializada ou buscar por empresas juniores, conveniadas às faculdades brasileiras, por exemplo.

O importante é obter a informação e pensar sobre ela. Daí, outros panoramas serão traçados, como, por exemplo, a estratégia de marketing da marca.

Análise de gabinete x Pesquisa de mercado

Diante das especificações e limitações do seu negócio, você pode estar em dúvida sobre como realizar essa análise de mercado e quais ferramentas utilizar.

Existem duas formas de fazer isso: a análise de gabinete e a pesquisa de mercado.

A primeira é mais abrangente, pois coleta informações em canais de comunicação, como jornais, portais na internet e mídias em geral. Esse tipo de análise é útil para o estudo do concorrente e do público, mas é mais genérica.

A outra é mais trabalhosa, mas infinitamente mais detalhista, uma vez que é adaptada à sua organização. Na pesquisa de mercado, inclui-se perguntas diretas sobre o nível de serviço esperado, as expectativas sobre o negócio e mais.

Como fazer uma boa análise

Agora que você já sabe como esse processo é uma importante raiz da sua organização, fique atento à forma de execução da análise de mercado:

Conheça o seu setor

Estude o mercado, as tendências, os concorrentes e esteja pronto para oferecer serviços ou produtos que se destaquem.

Estude o seu cliente

Aprenda sobre ele: seus hábitos de consumo, sua renda mensal, como obtém informação e outros dados nesse sentido. Quanto mais compreender seu cliente, melhor você apresentará o seu produto, fidelizará o target e criará soluções que realmente façam a diferença na vida dele.

Avalie as projeções de mercado

Avalie a projeção econômica do mercado para se preparar financeiramente para os momentos de alta e de baixa, traçando estratégias adequadas que sejam uma verdadeira ode à boa gestão.

Estude o produto

Custos, logística, matéria-prima, preço do concorrente e outros. Muitas são as variáveis para definir o preço do seu produto e a melhor forma de colocá-lo no mercado.

Com isso em mente, colete dados, analise cada um deles e finalize a sua análise de mercado — a primeira etapa para um plano de negócios eficiente.

Gostou da leitura? Reúne esses conhecimentos e coloque em prática no seu dia a dia de trabalho. Acompanhe os nossos conteúdos e conheça o MBA em Gestão de Negócios — espaço adequado para potencializar sua aprendizagem e desenvolver seu networking.

Conteúdos como esse são aprofundados e ensinados por professores especializados no tema. Na certificação Empreendedorismo, por exemplo, desenvolvemos tópicos como:

  • planejamento e projetos;
  • análise de mercado;
  • a escala do projeto;
  • a teoria da localização;
  • investimentos;
  • orçamento dos custos e das receitas;
  • financiamentos;
  • avaliação do projeto.

Conheça o MBA em Gestão de Negócios da Unisul!