O que se aprende no curso de especialização em Banco de Dados

Com a necessidade de aumentar a eficiência na coleta e armazenamento de dados, ter um curso de especialização em Banco de Dados será um grande diferencial.

O curso de especialização em Banco de Dados é relativamente novo, mas seu conceito não.

"Nem tudo que pode ser contado conta, e nem tudo que conta pode ser contado". A frase é atribuída a ninguém menos que Albert Einstein. Sendo de sua autoria ou não, a verdade é que hoje essas palavras ganham um novo significado com o surgimento do Big Data e da Ciência de Dados.

O volume de informações que geramos, coletamos e usamos no ambiente de negócio cresceu consideravelmente, trazendo consigo uma nova posição no mercado: a do especialista em Banco de Dados.

Mas o que exatamente ele faz? Mais do que isso, o que você aprenderá caso deseje se tornar um e fazer o curso de especialização em Banco de Dados? Acompanhe o post de hoje e descubra as respostas!

O curso de especialização em Banco de Dados e quem pode fazer

Esse curso de especialização desenvolve competências na área de Engenharia de Dados. Ele atualiza o estudante sobre as novas formas de organização, armazenamento e recuperação de grandes massas de dados.

Com o conhecimento adquirido no curso, o profissional poderá trabalhar não só na indústria de produção de softwares, como também será capaz de ocupar cargos como administrador de banco de dados, cientista e engenheiro de Big Data.

A especialização é voltada aos profissionais com conhecimento básico sobre banco de dados, compreensão básica de inglês técnico e noções avançadas em informática.

Grade curricular do curso de especialização em Banco de Dados

Administração de Banco de Dados

  • Introdução ao mecanismo de transações;
  • Gerenciamento de transações;
  • Recuperação de transações;
  • Problemas de concorrência;
  • Recuperação do sistema;
  • Recuperação de mídia;
  • Commit de duas fases;
  • Concorrência;
  • Bloqueios;
  • Deadlock.

Análise de Dados

  • Técnicas, tarefas e algoritmos de mineração de dados;
  • Processo de descoberta de conhecimento (KDD);
  • Técnicas de análises de dados;
  • Métodos de classificação;
  • Métodos estatísticos;
  • Redes neurais.

Aplicação de Banco de Dados

  • Stored Procedures; gatilhos; funções; execuções de scripts;
  • Definindo restrições de integridade e domínio dos atributos;
  • Criação de manutenção de esquemas de banco de dados;
  • Implantação do projeto de banco de dados;
  • Classificação e agrupamento de dados;
  • Combinando múltiplas consultas;
  • Utilização de sub-consultas;
  • Manipulação de Dados;
  • Consultas;
  • PLSQL;
  • PSQL.

Banco de Dados Nosql

  • Implementações sobre índice invertido;
  • Armazenamento massivo de dados;
  • Consultas baseadas em JavaScript;
  • Bancos orientados a documento;
  • Bancos orientados a grafos.

Estruturas de Dados Avançadas

  • Estruturas avançadas: árvores, hashing e índices invertidos;
  • Estruturas básicas: listas, pilhas e filas.

Introdução ao Banco de Dados

  • Modelo Lógico: mapeamento do modelo conceitual para o relacional;
  • Modelo Relacional: aspectos de manipulação e álgebra relacional;
  • Modelo Conceitual: diagramas entidade-relacionamento;
  • Modelo Relacional: restrições de integridade básicas;
  • Modelo Relacional: fundamentação teórica;
  • Projeto de um Banco de Dados Relacional;
  • Modelo Relacional: estrutura relacional;
  • Normalização.

Métodos e Práticas na Engenharia de Requisitos

  • Métodos para análise e reutilização de requisitos, centrados no usuário e não funcionais;
  • A qualidade dos requisitos, linguagens de especificação e gerência de requisitos;
  • Elicitação de requisitos, análise de fontes de informação e modelagem.

Otimização e Desempenho de Banco de Dados

  • Dimensionamento do sistema de arquivos para otimização da base;
  • Avaliação de planos de consulta;
  • Planos de consultas;
  • Técnicas de tunning;
  • Criações de índices;
  • Criações de visões.

Project Management Professionals

  • Gerenciamento de integração, escopo, tempo, custo e qualidade em um projeto;
  • Processos do gerenciamento de projetos e contextualização;
  • Apresentação do modelo de certificação PMP, seus requisitos e sua aplicação;
  • Gerenciamento de riscos, suprimentos e contratos.

Projeto de Banco de Dados não Relacional

  • Modelagem e implementação de base de dados utilizando modelos não relacionais;
  • Formulação de consultas para responder questões estratégicas;
  • Modelo Dimensional;
  • Bases NoSQL.

Projeto de Banco de Dados Relacional

  • Formulação de consultas SQL para responder perguntas específicas;
  • Modelagem relacional para um banco de dados;
  • Criação da base de dados via SQL;
  • Definição das regras de acesso;
  • Carga do modelo de dados.

Recuperação de Informação

  • Implementando sistemas de recuperação de informação;
  • Cálculo de score para similaridades de documentos;
  • Modelos de recuperação de informação;
  • Modelo espaço-vetorial;
  • Algoritmos de stemmer;
  • Modelo probabilístico;
  • Uso de stopwords;
  • Modelo booleano;
  • Modelo fuzzy.

Repositórios Analíticos

  • Modelo dimensional: conceitos, características e modelagem;
  • Processo ETL: extração, transformação e carga;
  • Modelo estrela e modelo floco de neve;
  • Data Warehouse: conceitos e definição;
  • Fatos, medidas e dimensões;
  • Introdução ao Big Data.

Segurança de Banco de Dados

  • Tendências tecnológicas em segurança da informação e comunicação;
  • Autenticação, controle de acesso, técnicas de ataque e defesa;
  • Sistema de gerenciamento de segurança da informação;
  • Fundamentos de segurança da informação e comunicação;
  • Dispositivos e mecanismos de segurança;
  • Auditoria de segurança da informação;
  • Segurança física, lógica e ambiental;
  • Política de segurança;
  • Gestão de risco;
  • Criptografia.

Sistemas Operacionais para Banco de Dados

  • Gerência de dispositivos e princípios básicos de hardware/software;
  • Gerência de Sistemas de arquivos, implementação, organização;
  • Sistema operacional na visão do usuário e na de projeto;
  • Conceitos e tipos de sistemas operacionais;
  • Objetivos do sistema operacional;
  • Avaliação de desempenho;
  • Gerência de memória;
  • Memória virtual.

Trabalho de Conclusão de Curso

  • Argumentação, coesão e coerência em relação à linguagem e ao conteúdo do trabalho de pesquisa;
  • Estrutura, organização e padrões formais para elaboração e apresentação;
  • Relato e comunicação de pesquisa científica.

Habilidades necessárias no curso de especialização em Banco de Dados

Embora as responsabilidades de trabalho variem, quem faz o curso de especialização em Banco de Dados geralmente realiza programas de análise e trabalha em estreita colaboração com outros profissionais para ajudar as organizações a obter informações acionáveis.

Eles também podem solucionar problemas e otimizar sistemas e softwares envolvidos em pipelines. Para fazer o curso, é necessário um conhecimento básico trabalhando com Banco de Dados baseados em SQL e Hadoop, bem como a capacidade de programar em R e Python.

Com cada vez mais coisas disponíveis em formato digital e a necessidade de decisões baseadas em informações inteligentes, espera-se que quem possui o curso de especialização em Banco de Dados se destaque no mercado nos próximos anos.

E você, vai ficar de fora? O curso de especialização em Banco de Dados da Unisul está com vagas abertas. Faça sua inscrição agora mesmo!


Entenda o papel do administrador financeiro nas empresas

As funções do administrador financeiro em uma empresa estão aliadas a conhecimentos específicos que resultam em saúde financeira para a organização.

O administrador financeiro gerencia contas empresariais e coordena atividades de investimento. As tarefas típicas listadas em um currículo de exemplo incluem desenvolvimento de orçamentos, geração de relatórios, planejamento de metas financeiras, administração de atividades de folha de pagamento, preparação de demonstrações e pagamento de obrigações da organização.

A administração financeira é uma parte vital dos negócios por se preocupar com os recursos de uma organização. Ela também desenvolve o orçamento, prepara relatórios financeiros e está envolvida no direcionamento das atividades de investimento.

Neste post, listaremos as principais funções do administrador financeiro e você perceberá a responsabilidade que essa função carrega. O sucesso de uma empresa está diretamente ligado a este cargo e, para isso, não basta só amar o que faz: a boa formação e o conhecimento são essenciais.

As principais funções do administrador financeiro

Declarações financeiras

É de responsabilidade de um administrador preparar os relatórios financeiros mensais da empresa. O profissional geralmente mantém planilhas de todas as atividades financeiras da organização e as compila no relatório no final do mês.

O relatório detalha as entradas e as saídas de caixa da empresa, o que ajuda a estabelecer a responsabilidade no negócio.

O administrador financeiro também mantém toda a documentação que suporta os números contidos no relatório, como faturas e recibos, para fins de auditoria.

São documentos importantes, pois, na hora da conferência, tudo deve estar alinhado com o andamento da organização.

Orçamento

Uma das principais responsabilidades de um administrador financeiro é elaborar o orçamento mensal da organização com base nos requisitos do negócio. Ou seja, inspirado no que a empresa comercializa, seja produtos ou serviços, o profissional prepara o orçamento mensal.

Como ele gerencia o caixa da empresa e está a par do seu uso, está em melhor posição para preparar o orçamento mensal. Ao desempenhar esse dever, mantém contato com os chefes de outros departamentos para descobrir se eles têm alguma necessidade suplementar para que possa fazer projeções de fluxo de caixa realistas.

Depois de preparar o orçamento, o administrador financeiro aloca a cada departamento o dinheiro necessário.

Suporte ao investimento

Um administrador financeiro também oferece apoio ao investimento, fornecendo informações relevantes sobre as finanças da empresa ou desenvolvendo uma carteira de investimentos.

O administrador lida com os recursos financeiros da organização para oferecer contribuições valiosas sobre a liquidez, as dívidas e as projeções financeiras, que auxiliam na tomada de decisões sobre investimentos.

Alternativamente, o administrador financeiro pode ter o poder de investir o excesso de caixa, mas deve aderir às políticas da empresa. Além disso, ele deve fazer uma divulgação completa das formas como aplicou o dinheiro.

Gestão de contas

O administrador financeiro gerencia os controles de caixa da organização, garantindo que o dinheiro seja aplicado adequadamente às metas de negócios. O profissional é responsável por coletar dinheiro relacionado às contas a receber da empresa, como pagamentos de devedores e receitas de aluguel.

Ele também paga os passivos da organização, como prêmios de seguro, pagamentos da previdência social e outras contas. Aprova solicitações de compras e desembolsos de caixa, além de refletir todas as transações da empresa em uma demonstração de fluxo que ele reconcilia regularmente para acompanhar o dinheiro.

São muitas informações e conhecimentos a serem adquiridos e que englobam as funções do administrador financeiro. Se você busca alcançar esse cargo de responsabilidade, pode se preparar com excelência em uma de nossas Unidades Universitárias, realizando o MBA em Gestão de Negócios.

Eis alguns dos importantes temas que são abordados pelo curso:

  • Visão global de finanças corporativas: o papel e as funções do administrador financeiro;
  • Mercado eficiente e mercado perfeito;
  • Fontes de financiamento;
  • Capital próprio e de terceiros;
  • Risco e retorno;
  • O Beta e o modelo CAPM;
  • Custos do capital próprio e do capital de terceiros;
  • Custo Médio Ponderado de Capital;
  • Estrutura de capital;
  • Ações e dividendos: avaliação de ações;
  • Critérios para classificação de projetos;
  • Noções de capital de giro e administração de estoques.

Não deixe de saber mais sobre o MBA em Gestão de Negócios da Unisul. Acesse o site do curso e confira as formas de ingresso!


Especialização em design de produtos digitais foca no desenvolvimento de competências para inovar

A especialização em Design de Produtos Digitais da Unisul é uma alternativa de formação complementar para quem já é graduado e busca por inovação profissional.

Compreender os conceitos de design de produto. Conhecer os aspectos voltados ao mercado digital. Desenvolver habilidades para desempenhar funções estratégicas na internet, tanto no empreendedorismo individual quanto no ambiente corporativo. Criar competências para análise e abordagem de problemas com metodologias como a de design thinking. Essas são algumas das abordagens do curso de especialização em Design de Produtos Digitais oferecido na modalidade de ensino a distância pela Unisul.

Uma formação complementar pode fazer uma diferença enorme em seu currículo e o ensino a distância é uma ótima opção para o profissional se manter atualizado de maneira prática.

Se você ainda não se convenceu, pense que, na era digital, tudo muda a todo instante e o mercado sempre busca por inovação. Esse é um dos principais motivos que você deve considerar quando buscar por uma atualização profissional.

“Dentro desse empolgante e inovador cenário, o curso de especialização em Design de Produtos Digitais ocupa um lugar privilegiado, ao compreender que o design de produto deve passar por três passos: o da criação, o do desenvolvimento e o do mercado”, explica Mauro Faccioni Filho, coordenador do curso da Unisul.

Como escolher o curso de especialização em Design de Produtos Digitais certo?

Como qualquer decisão na vida, escolher uma especialização pede cautela. Além de se preocupar com a história e a reputação da instituição de ensino, você precisa estar atento ao conteúdo programático do curso.

Ele é inovador e estimulante? Disponibiliza conhecimentos e discussões atualizados sobre o design de produtos voltado ao mercado digital? Estimula a compreensão dos conceitos de design de produto, design thinking e criatividade, permitindo o desenvolvimento de produtos digitais realmente inovadores?

Como tudo se transforma muito rápido, é essencial buscar um curso que esteja antenado a essas mudanças, além de oferecer modelos de aprendizado que acompanhem as tendências de mercado e competências sobre a gestão de projetos e a sua inserção no mundo da internet.

Inovação para diferenciar a carreira e o mercado

O curso de especialização oferecido pela Unisul tem como objetivo formar e especializar profissionais inovadores sobre os aspectos do design de produtos voltados ao mercado digital.

O curso explora, de modo técnico, reflexivo e conceitual, conhecimentos que vão muito além do que você será capaz de encontrar em outras instituições de ensino, como: design criativo, design thinking, modelagem de produtos, gestão de projetos voltados à inovação, produção de conteúdo, design de interface, aspectos de ergonomia e usabilidade, design estratégico, mobile marketing e Internet das Coisas.

No final do curso, você estará apto a elaborar estratégias de produto e design com foco no digital, bem como analisar os impactos das revoluções provocadas pela chegada da Internet das Coisas e pelo Big Data. Também poderá desenvolver produtos e processos inovadores, em um mercado competitivo e dinâmico como o da internet.

Ficou interessado? Então visite o nosso site agora mesmo! Conheça o nosso curso de especialização em Design de Produtos Digitais e dê um passo importante para levar a inovação para a sua carreira e, claro, para o mundo.


Leis e normas da área de Segurança do Trabalho no Brasil

Entenda como funcionam a legislação e as normas regulamentadoras de segurança do trabalho no Brasil.

A segurança do trabalho é obrigatória. O alto número de acidentes impacta diretamente nos custos e na imagem de empresas privadas. De modo semelhante, no setor público, onera os cofres públicos e desfalca as equipes.

Em ambos os casos, a incapacitação da mão de obra é fonte de prejuízo humano, material e financeiro, o que compromete também o restante da cadeia produtiva.

Veja quais são as leis e as normas técnicas de segurança do trabalho a seguir:

O que são as Normas Regulamentadoras?

As Normas Regulamentadoras são um conjunto de procedimentos, regras e protocolos referentes a medicina e segurança. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) obriga que tanto empresas privadas quanto públicas cumpram as NRs pertinentes.

As NRs têm como principal função fornecer regras e instruções necessárias para o cumprimento do que é previsto nos artigos da CLT: controle de riscos e prevenção de acidentes de trabalho, para proteção da saúde e da integridade física e psicológica do trabalhador.

De maneira a não deixar nenhum segmento empresarial sem orientações, as NRs são constituídas de forma a não se sobreporem ou contradizerem. Portanto, apesar de serem numerosas e de caráter abrangente, cada empresa consegue se adequar conforme suas especificações.

E é aí que entra o profissional especializado em Segurança do Trabalho. Como temos um total de 36 NRs, cabe a ele a análise, a avaliação e a elaboração de planos de adequação de cada empresa, conforme o conjunto de normas a ela pertinentes.

Para isso, as NRs são separadas por temas. Por exemplo:

  • NR 04 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho;
  • NR 08 – Edificações;
  • NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
  • NR 17 – Ergonomia;
  • NR 20 – Líquidos Combustíveis e Inflamáveis;
  • NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura;
  • NR 35 – Trabalho em Altura.

Um curso para cada NR?

Das NRs vigentes atualmente, quatro têm obrigatoriedade de curso. Portanto, o profissional que atua no segmento em que a conformidade com alguma delas se faz necessária e não possui treinamento específico é passível de penalidade.

São as NRs de curso obrigatório:

  • NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
  • NR 12 – Máquinas e Equipamentos;
  • NR 33 – Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados;
  • NR 35 – Trabalho em Altura.

Vale lembrar que, a cada mudança de empresa, o profissional deve receber um novo treinamento para se adequar às especificidades da área em que atuará.

Este e outros temas são abordados no curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho da Unisul.

Como é o curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho?

O curso de especialização é presencial, com aulas quinzenais ministradas por professores com vasta experiência na área.

Para contribuir com o conhecimento prático do aluno, a Unisul disponibiliza todos os equipamentos de medição de riscos ambientais no Laboratório de Ergonomia e Segurança do Trabalho.

No total, o curso de Engenharia de Segurança do Trabalho tem duração de cinco semestres e carga horária de 690 horas, o que o caracteriza como uma pós-graduação lato sensu para as exigências do Ministério de Educação e Cultura (MEC).

A quem se destina?

O curso é destinado a profissionais graduados — engenheiros, agrônomos, arquitetos, entre outros — com seu registro no conselho de classe devidamente reconhecido. Também a estudantes em fase de conclusão do curso de graduação.

A aplicação das NRs de Segurança no Trabalho é de interesse de todos: tanto empregados quanto empregadores nos setores público e privado. Isto porque os prejuízos afetam toda a cadeia produtiva.

Diante disso, a qualificação de profissionais para atuarem de maneira pró-ativa na solução de problemas de segurança do trabalho é fundamental.

Pensando em ingressar no ramo? Então conheça mais sobre a pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho e prepare-se para o mercado!


Gestão estratégica de custos: por que isso é tão importante?

Você sabe por que a gestão estratégica de custos é tão importante? Descubra aqui!

Tida como um ponto fundamental para o sucesso de um negócio, a gestão estratégica de custos é cada vez mais exigida nas empresas. Trata-se de um conhecimento relevante para profissionais que desejam alcançar posições mais altas ou que querem ter êxito em empreendimentos próprios.

O teórico Eliseu Martins diz que “a classificação de Custos entre Diretos e Indiretos é com relação ao produto feito ou serviço prestado, e não à produção no sentido geral ou aos departamentos dentro da empresa”.

De acordo com essa visão, para definir se um custo é direto ou indireto, deve-se buscar as respostas no próprio serviço ou produto que é vendido.

Assim, um custo direto é aquele que está diretamente ligado à produção de algo comercializado; os que não estão, são indiretos.

Administrar os custos diretos e indiretos é a principal missão da gestão estratégica e é isso que a faz tão importante. Para executá-la, porém, é preciso conhecer alguns conceitos, que serão listados a seguir.

Conceitos relevantes para desenvolver a gestão estratégica de custos

Métodos de custeio

Quem faz a gestão estratégica de custos de uma empresa precisa conhecer e saber aplicar diferentes métodos de custeio. Isso se justifica pelo fato de cada organização ser única e, portanto, o método aplicado em uma pode não ser o mais indicado para outra.

Existem métodos como custeio por absorção, custeio variável e custeio ABC, entre outros.

Inventário

Um inventário é um trabalho em que se faz um mapeamento de todos os materiais, recursos e equipamentos que uma empresa possui. Convém fazer esse levantamento periodicamente para otimizar os processos produtivos.

Margem de contribuição

A margem de contribuição é o valor em dinheiro que sobra da receita após a venda de um produto. O profissional especializado em gestão estratégica de custos deve saber calcular essa margem, bem como desenvolver táticas para aumentá-la sem que o produto vendido perca qualidade.

Ponto de equilíbrio

Esse conceito demonstra a quantidade que uma empresa precisa vender para cobrir o custo das mercadorias vendidas. Ao atingir esse ponto, ela não tem lucro ou prejuízo. Por isso, as vendas precisam atingir valores maiores que o ponto de equilíbrio.

Determinantes de custos

Os determinantes de custos são fatores que definem uma estrutura das empresas. A tecnologia, o nível de utilização de capacidade, o escopo, a mão de obra e a manutenção de maquinário, entre outros fatores, devem ser levados em consideração. O gestor da área deve ter conhecimento sobre todos esses determinantes e aplicá-los em seu dia a dia.

Produção em massa e customização de produtos

Os produtos produzidos em massa geralmente demandam menos tempo de produção e recursos que os customizados. É por isso que eles podem ser vendidos, na maioria das vezes, por um valor menor.

Essa relação deve ser avaliada pelo gestor estratégico de custos, que precisa decidir em que situações vale a pena customizar um produto e em quais é mais vantajoso seguir apenas com o processo padronizado.

Preço de transferência

É chamado de preço de transferência o valor cobrado por uma empresa quando ela vende produtos ou serviços que são de sua propriedade intangível, como o caso de patentes, por exemplo. Essa prática também precisa ser feita de maneira estratégica.

Gestão de custos na atividade pública governamental

Por estar lidando com o dinheiro do povo, os gestores de custos em órgãos governamentais precisam ter ainda mais cuidado que os de empresas do setor privado.

É imprescindível, por exemplo, que tudo seja feito com transparência e que os investimentos sejam realizados de acordo com os valores arrecadados — na maioria das vezes, por impostos.

Esses são apenas alguns dos conceitos que justificam a importância da gestão estratégica de custos. Para conhecer outros e aprofundar esses que apresentamos, é interessante fazer um curso especializado na área.

A pós-graduação em Planejamento Tributário e Governança Corporativa da Unisul pode ser útil nesse sentido. Para conhecer mais sobre esse curso, basta escolher a cidade onde deseja cursá-lo: Florianópolis ou Tubarão.