O que é compressão de áudio e vídeo?

Você sabe o que é compressão de áudio e vídeo? É a tecnologia que torna possível a execução e armazenamento de arquivos multimídia em PCs, celulares e tablets.

Os usuários de internet consomem cada vez mais conteúdos multimídia. Estima-se que o formato audiovisual será responsável por 80% do conteúdo online até 2020.

No entanto, os arquivos costumam ser pesados e podem não rodar com facilidade em todos os equipamentos ― por isso, é essencial entender o que é compressão de áudio e vídeo.

Para trabalhar com audiovisual, o profissional precisa entender como funciona a compactação de arquivos multimídia. Nesse post, você saberá o que é compressão de áudio e vídeo e por que é tão importante fazê-la.

Afinal, o que é compressão de áudio e vídeo?

É a redução de um grande volume de dados de um arquivo para que ele ocupe menos espaço na memória de um dispositivo ou exija menos da banda larga de transmissão. Ela pode acontecer com ou sem perdas, embora a maioria elimine alguns detalhes quase imperceptíveis.

No entanto, quanto maior a compressão de áudio e vídeo, menor a qualidade.

Veja como cada tipo de compactação funciona:

Compressão de áudio

Na compressão de arquivos de som, o software reduz ou simplifica a repetição de bits e elimina dados considerados imperceptíveis ao ouvido humano.

Para reproduzir um formato de áudio em um determinado dispositivo, você deve selecionar um codec, programa que codifica e decodifica o arquivo multimídia.

Resumindo, ele compacta o arquivo em um formato menor e o descompacta, transformando-o novamente em som quando o usuário deseja ouvi-lo. No entanto, um mesmo codec não servirá para todos os tipos de compressões e decodificações.

O arquivo padrão de armazenamento de áudio em computadores (WAV) é muito pesado por ter desde os dados essenciais até os desnecessários para a manutenção de sua qualidade. Isso ocorre porque ele transforma em informações os sons que são não percebidos pela nossa audição. Os codecs retiram esses dados menos importantes e oferecem um formato de qualidade, que pode ser reproduzido na grande maioria dos players.

As técnicas modernas exploram a percepção do ouvido humano e fornecem uma compressão que, aparentemente, não sofreu perda alguma. As mais populares são:

  • FLAC (Free Lossless Audio Codec; compressão sem perda): ao contrário da grande maioria, não elimina nenhuma informação do arquivo de som, mas pode reduzir em até 50% o tamanho. Apesar da diminuição, pode ser até dez vezes mais pesado que o formato MP3;
  • ALAC (Apple Lossless; sem perda): compressão de dados de áudio produzida pela Apple;
  • MP3 (MPEG-1/2 Audio Layer 3; com perda): o mais popular formato de compressão de áudio diminuía o tamanho do arquivo consideravelmente e, mesmo assim, mantinha sua qualidade. Ele foi oficialmente descontinuado em 2017, mas ainda é muito popular;
  • Ogg Vorbis (com perda): formato de áudio que oferece menor taxa de bitrates e mais qualidade que o MP3. Ele se divide em duas partes, o Ogg, responsável pelos metadados do arquivo, e o Vorbis, codificador que comprime as músicas;
  • AAC (com perda): projetado para ser o sucessor do MP3, o AAC é o formato padrão para a execução de áudios em equipamentos como iPhone, iPad e PlayStation 3.

Compressão de vídeo

Da mesma forma que o áudio, a compressão de vídeo envolve reduzir o tamanho do arquivo, mas, nesse caso, removendo as partes que já foram projetadas.

Quando ocorre sem perdas, nenhuma parte dos dados é descartada da imagem.

Já na compressão com perda, os bits são descartados de maneira seletiva. Uma das formas de fazê-lo é diminuir o número de frames, que costuma ser o mesmo da televisão (30 por segundo).

Depois de compactado, cada tipo de vídeo utiliza um conjunto de codecs específicos. Alguns dos formatos de compressão mais populares são:

  • MKV (Matroska Video): muito utilizado para vídeos de alta resolução, o MKV oferece uma eficaz compressão e mantém a qualidade. Para que isso ocorra, o codec encapsula as trilhas de áudio, vídeo e legendas em um único contêiner;
  • MPEG (Moving Picture Experts Group): definido pela ISO como formato padrão de compressão de vídeos, ele pode variar entre MPEG-1 (para VCD), MPEG-2 (DVD) e MPEG-4;
  • AVI (Audio Video Interleave): da mesma forma que o MKV, o AVI encapsula áudio e vídeo em um mesmo contêiner. Com isso, ambas são reproduzidas de forma sincronizada. Como foi produzido pela Microsoft, o formato é facilmente rodado em Windows e reconhecido por aparelhos de DVD e Blu-Ray que são compatíveis com o codec DivX.

Por que a tecnologia de compressão de áudio e vídeo é importante?

Além de ocupar menos espaço, tanto o download quanto o upload de um arquivo comprimido demoram bem menos tempo. Isso facilita bastante quando você deseja postar algum arquivo de vídeo nas redes sociais.

A compressão de áudio e vídeo também permite que as transmissões via streaming sejam viáveis. Sem ela, YouTube, Instagram, Facebook, Vimeo, Spotify e Netflix não teriam a popularidade de hoje.

Entendeu o que é compressão de áudio e vídeo? Tem alguma dúvida? Deixe seu comentário!


As ferramentas mais usadas em edição e finalização de vídeo e cinema digital

A incorporação de novas tecnologias mudou não só a forma de produção como também as etapas de edição e finalização.

Você sabe a diferença entre cinema digital e analógico? Pouco se fala sobre isso, mas a incorporação de novas tecnologias mudou não só a forma de produção, mas também as etapas de edição e finalização dos filmes.

Há alguns anos, as cenas eram gravadas em películas 35 mm e os atores só podiam ver suas atuações após certo tempo. Com o cinema digital, a coisa mudou e aperfeiçoou a forma de trabalho, dando aos profissionais um feedback imediato. O célebre Tom Hanks já falou a respeito.

Mas a coisa não mudou apenas para as celebridades. Os amantes da sétima arte também podem comemorar, pois cinema digital é sinônimo de maior qualidade na projeção. Quando o filme é exibido pelo método antigo, ele perde a resolução ao longo do tempo.

A película é sensível e se deteriora com o uso – fica suja, riscada, sem cor e sem brilho. A imagem digital garante qualidade do início ao fim, pois conserva suas características por muito mais tempo.

Por ser uma tendência, os produtores multimídia tiveram que se reinventar e dominar as ferramentas mais utilizadas na edição e finalização de vídeos e cinema digital. É sobre isso que conversaremos hoje!

Quais são as tecnologias necessárias para o cinema digital?

No artigo Os Marcos Tecnológicos do Cinema Digital, lemos que existe uma migração do analógico para o digital e que as principais mudanças são:

  • a digitalização dos sistemas de gravação, reprodução e edição de áudio para cinema, com o uso de gravadores DAT e editores computadorizados;
  • o desenvolvimento do vídeo digital, com a criação dos sensores CCD e CMOS, que substituíram os processos de captação de imagens dos tubos RGB;
  • o surgimento de sistemas computadorizados de edição não-linear, que substituem as ilhas analógicas e as mesas mecânicas de montagem no cinema;
  • o desenvolvimento dos sistemas de telecine em formatos digitais e scanners de alta resolução, destinados aos processos de transferência de vídeo para película cinematográfica;
  • a exibição de conteúdos com desenvolvimento de projetores cinematográficos digitais, com capacidade para imagens projetadas com resolução de 2500 x 2000 pixels, equivalente à qualidade da imagem projetada em 35 mm.

Princípios básicos da imagem de vídeo digital

Para ser um especialista na área é preciso conhecer os conceitos e a melhor forma de aplicá-los ao longo da produção audiovisual.

Muitos são os princípios, mas para dar um gostinho do que estudamos aqui na Unisul, a imagem digital é uma representação bidimensional usando números binários codificados, de modo a permitir seu armazenamento, transferência, impressão ou reprodução.

Softwares de edição e finalização

Existem alguns softwares que fazem parte do processo da confecção de um filme: de edição de áudio e vídeo, além da criação de efeitos especiais.

Na edição de imagem por computador, por exemplo, temos AVID, Final Cut, Adobe Premiere Pro, Edius, Cinelerra e Sony Vegas, entre outros.

Na área da sonoplastia, criaram-se softwares exclusivos para a pós-produção, como o Pro Tools, que permite o tratamento do som capturado, a gravação de dublagens, ruídos que não foram capturados e até a aplicação de camadas no processo de finalização.

O avanço, como já adiantamos, é indiscutível. O cinema digital vem para aperfeiçoar uma das formas de arte que nos molda e nos emociona constantemente.

Se você tem interesse nesse assunto, conheça o curso de Produção Multimídia da Unisul. São dois anos aprendendo sobre o mundo do audiovisual e as suas curiosidades. Em pouco tempo, você terá um diploma com a mesma validade de bacharel e uma gama de conhecimentos práticos e teóricos.


O que você aprenderá no MBA em Gestão de Obras e Projetos

Entenda como o MBA em Gestão de Obras e Projetos da Unisul pode ser o que você procura para unir a sua formação acadêmica ao seu exercício profissional.

Em um mercado dinâmico como o atual, não é mais suficiente ter um diploma de graduação. Nesse sentido, o MBA em Gestão de Obras e Projetos visa trazer para os profissionais da construção civil — engenheiros, administradores e técnicos, entre outros — um olhar mais amplo sobre os problemas que surgem, melhorando suas habilidades.

Descubra o que é o MBA em Gestão de Obras e Projetos e como ele pode ajudar você:

O que é o MBA em Gestão de Obras e Projetos?

O objetivo do MBA em Gestão de Obras e Projetos é desenvolver profissionais com visão empreendedora, com capacidade de planejamento e de gestão integrada de pessoas, custos e prazos.

Tudo isso somado ao aperfeiçoamento das atribuições técnico-operacionais exigidas ao setor de construção civil, com foco na área de obras e projetos.

A elaboração, o planejamento e a análise de projetos reduzem o surgimento de imprevistos. Essas ações também permitem maior controle de exposição a riscos durante a execução da obra.

Planejar e gerir obras e projetos de maneira excelente proporciona melhor aproveitamento das equipes, reduzindo custos com mão de obra e diminuindo tempo de execução do projeto.

Em outras palavras, o MBA em Gestão de Obras e Projetos capacita o profissional para otimizar o uso dos recursos à sua disposição. Como todo engenheiro sabe, cada projeto é uma situação diferente que surge, trazendo consigo diferentes desafios.

Ou seja, o conhecimento técnico de obras é apenas um primeiro passo. O diferencial de mercado é adicionado quando o profissional adquire uma nova habilidade: a de gestor.

Além disso, o profissional formado no MBA em Gestão de Obras e Projetos irá treinar sua visão empreendedora e trazer um olhar mais profundo sobre o conhecimento de mercado.

O que se aprende?

A grade curricular do curso de MBA em Gestão de Obras e Projetos aborda temas multidisciplinares:

  • gerenciamento de obras e projetos;
  • meio ambiente e sustentabilidade;
  • logística e segurança do trabalho;
  • gestão de pessoas;
  • legislação e contratos;
  • técnicas de liderança.

As disciplinas foram elaboradas a partir das demandas dos próprios profissionais. Para ajudá-los em seus desafios diários, elas foram formuladas de modo a integrar temas administrativos e técnicos.

Assim, no decorrer do curso, o aluno passa a treinar uma visão abrangente e um pensamento estratégico diante das situações surgidas em seu trabalho.

Além disso, o MBA em Gestão de Obras e Projetos capacita o aluno treinando as habilidades de:

  • acompanhar a implantação de programas de qualidade na construção civil;
  • compreender contratos com empreiteiras, profissionais e empresas;
  • realizar a gestão financeira de obras e projetos de construção civil;
  • desenvolver planos e estratégias de marketing;
  • traçar planos de gestão de resíduos sólidos;
  • elaborar planos de logística e distribuição;
  • acompanhar o licenciamento ambiental;
  • precificar obras.

Ao concluir o curso de MBA em Gestão de Obras e Projetos, o especialista estará capacitado a supervisionar e coordenar atividades de gestão, de acordo com os padrões estabelecidos para a construção civil.

Além disso, o profissional estará apto a diagnosticar e propor soluções aos problemas técnicos que surgem ao longo do fluxo de trabalho e diferentes processos produtivos envolvidos nas atividades de execução de projetos e obras.

Também poderá atuar na prevenção de falhas administrativas e gerenciais.

Por fim, o MBA em Gestão de Obras e Projetos qualifica-o a elaborar estratégias de marketing, além de colaborar para que as atribuições profissionais sejam respeitadas, de acordo com o plano de trabalho e a aptidão dos envolvidos.

Como são as aulas?

O curso é presencial, com aulas quinzenais, duração de cinco semestres e carga horária total de 450 horas, o que o caracteriza como uma pós-graduação lato sensu para as exigências do Ministério de Educação e Cultura (MEC).

As aulas são ministradas por profissionais com vasta experiência na área, além de contar com visitas técnicas a empresas do ramo da construção civil.

Com isso, o estudante do MBA em Gestão de Obras e Projetos irá expandir e atualizar sua visão sobre o mercado de trabalho de construção civil, conhecendo in loco as situações reais do setor.

A quem se destina?

A especialização MBA em Gestão de Obras e Projetos é destinada a profissionais graduados que atuam na construção civil: engenheiros civis, arquitetos, técnicos, administradores, empreendedores e outros. Também a estudantes em fase de conclusão do curso de graduação.

Gostou da proposta? Quer saber mais detalhes? Então acesse a página do curso para esclarecer suas dúvidas!


Como criar vídeos de qualidade com smartphone?

Com dedicação, você pode aprender como criar vídeos de qualidade com smartphone e fazer sucesso na internet!

Engana-se quem pensa que para criar conteúdos incríveis é preciso gastar uma fortuna com equipamentos e softwares de edição. Definitivamente, as tecnologias vieram para ajudar e baratear a produção de vídeos.

Se você quer saber como criar vídeos de qualidade com smartphone, leia esse conteúdo até o final! Mostraremos que é possível fazer bonito com o que se tem em casa, na App Store e na Google Play.

Por que criar vídeos? 

O vídeo é a forma mais popular de se comunicar com os outros nessa década. Além de ser simples, ele é mais ágil, didático e interativo, além de ser capaz de reduzir os ruídos no processo comunicativo.

Por isso, esse formato é útil em todos os momentos – do lazer ao trabalho. O Índice Visual Networking da Cisco, empresa de telecomunicações, divulgou que em 2020 o tráfego de vídeos na internet representará 82% de tudo o que as pessoas consumirão.

Querendo ou não, o vídeo é a comunicação eficaz da era do smarthphone. Vale ficar ligado e aprender a produzir conteúdo que dialogue com todos – dos Millennials aos Baby Boomers.

Como criar vídeos de qualidade com smartphone?

Para produzir um vídeo não basta ligar a câmera e deixar a coisa rolar. É preciso estabelecer alguns processos e se manter atento às boas práticas da área.

Para ajudar você, compartilharemos dicas simples sobre como criar vídeos de qualidade com smartphone:

1) Tome cuidado com a lente

Você precisa ter cuidado com a lente do seu celular. Periodicamente, faça uma limpeza com produtos adequados que removam poeira e gordura. Assim, nada atrapalhará o seu foco.

2) Dedique atenção ao áudio

Imagem bonita e áudio não equalizado não é legal, ok? Não existe nada pior que apertar o play e ouvir alguém “gritando” com você.

Por isso, grave em um lugar silencioso, teste sua locução e fale de forma clara. Todos devem entender o que você fala. Se for necessário, compre um bom microfone e comece o trabalho.

3) Garanta estabilidade

Vale a pena investir em suporte para gravar seus vídeos. Se não for possível, segure o celular com as duas mãos. Assim, seu vídeo sairá mais estável e suave.

4) Use o telefone na horizontal

Para stories, grave na vertical. Do contrário, faça todos os seus vídeos na horizontal. Dessa forma, o enquadramento ficará mais natural e o campo de visão mais aberto.

5) Ajuste a câmera antes de gravar

Cada aparelho tem recursos diferentes. Procure definir o foco manualmente considerando a exposição necessária.

6) Use a luz a seu favor

Procure gravar com a luz natural em locais onde o sol esteja iluminando uniformemente a cena. Se for gravar a noite, lembre-se de testar e buscar a melhor iluminação para o enquadramento.

7) Componha o cenário

Com criatividade e cuidado estético é possível criar um cenário agradável. Boas imagens chamam a atenção para o vídeo. Se quiser se aprofundar, estude a regra dos terços – que divide a tela em quadros – e veja qual é o melhor lugar para enquadrar suas produções.

8) Faça testes antes de gravar

A melhor forma de obter êxito para gravar vídeos com celular é fazendo testes. Compreenda o funcionamento do seu aparelho, grave e avalie.

9) Aposte em acessórios

Você pode dar um “upgrade” no seu aparelho adquirindo acessórios como lentes acopláveis, iluminação, microfone externo e tripés.

10) Capriche na edição

Saber gravar é importante, mas editar é fundamental para transformar vídeos em conteúdos incríveis. Aprenda a cortar, otimizar imagens, inserir áudios, equalizá-los, incluir legendas e coisas do tipo.

Se você gostou desse post, vá em frente e se aprofunde no tema. Conheça o nosso curso de graduação em Produção Multimídia!


Conheça os elementos-chave da linguagem cinematográfica

Se você não sabe o que plano, tomada e sequência significam, leia este post para aprender o básico de linguagem cinematográfica!

Sabemos que toda profissão tem os seus jargões. Na medicina ouvimos palavras como "anastomose"; no direito, "sucumbência" e "legítima defesa"; e no audiovisual, "tomada", "corte" e "profundidade de campo".

Por mais que cause certo estranhamento, a linguagem cinematográfica acelera o entendimento da equipe profissional e tem definições importantes para a área. Que tal aprender um pouco mais sobre ela no nosso post de hoje?

A importância da linguagem cinematográfica

Para entender como um filme ou uma produção audiovisual funciona é preciso voltar às raízes: som e imagem. Afinal, quando as primeiras produções foram lançadas, a linguagem cinematográfica era a mais simples possível.

Poucos eram os planos e a montagem não fugia do convencional. No entanto, de lá para cá, as coisas mudaram muito — do próprio equipamento até a forma de compreensão da produção.

Vejamos, então, os termos mais comuns na área:

Plano

Chamamos de plano tudo que é mostrado para o espectador de forma contínua. Uma sucessão de imagens em movimento sem interrupção de qualquer tipo.

Existem alguns tipos:

  • plano geral: mostra todos os elementos da cena;
  • plano americano: mostra as pessoas da cabeça aos joelhos;
  • primeiro plano: mostra apenas a cabeça do personagem. Enfatiza bastante as emoções;
  • plano sequência: registra a ação por inteiro, sem cortes.

Tomada

Tomada é tudo que é registrado pela câmera desde o momento em que ela é ligada até quando é desligada. Cá entre nós, gravar tudo numa mesma tomada é para lá de desafiador.

Cena

Cena é o conjunto de planos que acontecem no mesmo lugar e no mesmo momento.

Sequência

Conjunto de planos ou cenas que estão interligados pela narrativa. O lugar pode variar, mas a ação tem continuidade lógica.

Campo e fora de campo

O campo pressupõe um ponto de vista sobre algo. Ele mostra os aspectos de um espaço e esconde outros.

No enquadramento escolhido, por exemplo, é possível deixar algumas imagens invisíveis enquanto destacamos outras.

Por isso, toda criação de um campo cria também um fora de campo.

Composição

A composição se refere à disposição no campo visual de pessoas ou objetos. Para concretizá-la, é preciso enquadrar a imagem no visor ou na tela traseira da câmera.

Continuidade

Provavelmente, você já ouviu falar em erros de continuidade. Isso acontece, por exemplo, quando partes de uma mesma cena são gravadas em takes diferentes. É possível que algo saia diferente e o espectador estranhe.

A continuidade é, portanto, a sensação que o espectador tem de que a história segue em frente “naturalmente”, sem dar pulos que incomodem ou que desorientam a narrativa.

Tempo

A montagem também dita o tempo do filme — tanto na reprodução final quanto na própria narrativa.

O filme O Curioso Caso de Benjamin Button traz recursos temporais de elipse (avanço) e flashback (retrocesso).

Movimento

O movimento sempre foi destaque no cinema. Era curioso ver trens, carros, cavalos e outras situações corriqueiras na telona.

Em linguagem cinematográfica, podemos falar de velocidade e de mudança de percepção.

Som

Criar emoções por meio de efeitos sonoros é um dos maiores desafios do cinema. Interessante ressaltar que, na maioria dos filmes, os áudios são captados sem as imagens para, depois, serem mixados. É o som que dá veracidade à experiência cinematográfica.

Imagem

A imagem é o centro de toda produção audiovisual. Tudo é voltado para esse trabalho, que começa durante a captação das cenas, passa pela escolha da fotografia do filme e é finalizado na edição.

Viu como a linguagem cinematográfica é complexa? Conheça o curso de Produção Multimídia que ofertamos e aprofunde-se nesse assunto!