Mudanças climáticas são constantes nas discussões ambientais e não é para menos. Há muito tempo as possíveis consequências das atividades antrópicas vêm sendo previstas por diferentes autores.

Com o passar dos anos, tivemos <strong>grandes mudanças climáticas</strong> e de ecossistemas em todo o mundo. No Brasil, os fenômenos naturais passaram a ser mais intensos, causando graves consequências.

Apesar de uma forte legislação ambiental, o país carece de fiscalização e, principalmente, conscientização. O fator meio ambiente precisa ser entendido, e deixar de ser visto como vilão e gerador de custos para tornar-se aliado. Esse é um dos objetivos de uma séria gestão ambiental.

Dentre as consequências citadas anteriormente, listamos algumas das catástrofes ambientais e climáticas que assolam as regiões do nosso país.

Região Nordeste

O irregular ciclo hidráulico na região faz com que a mesma sofra há anos com a falta de água na maioria do tempo. Além disso, quando as chuvas ocorrem, é de forma desequilibrada, por enxurradas, causando grandes desastres.

Região Sudeste

As cidades são alvos de constantes chuvas e inundações, causando grandes prejuízos  materiais e em vidas. Destaque para a Região Serrana do Rio de Janeiro, uma zona crítica, onde catástrofes acontecem de forma recorrente. Vale recordar as famosas chuvas de 2012.

Região Sul

O destaque nesta região é a formação de tornados.  Santa Catarina, principal estado afetado por esses fenômenos naturais, fica em uma zona favorável à formação dos mesmos, conhecida como Sistema de Baixa Pressão do Chaco. Esses tornados, que se diferem dos furacões por serem mais intensos e abrangerem menores áreas, vêm afetando muitas pessoas ao longo dos anos. Alguns cientistas defendem a tese que as mudanças climáticas intensificaram a ocorrência desse fenômeno na região, mas nada foi provado.

Políticas de defesa e prevenção de catástrofes naturais

Políticas de defesa e prevenção contra catástrofes naturais vem sendo adotadas, como a formação de Núcleos comunitários de Defesa Civil, o Programa governamental Ministério das Cidades e também uma profunda reforma da Defesa Civil no Brasil. Isso demonstra o interesse em desenvolver métodos e investir cada vez mais na prevenção das consequências dos desastres, já que os desastres naturais não podem ser evitados.

Modo de Gerenciamento

O trabalho deve ser articulado entre governo e população, isso é, não se deve somente comprar aparelhos e abrir espaço para mais mão de obra. Também é necessário que haja um trabalho massivo de conscientização da população, treinamento para reação a desastres e investir na consciência social em relação ao descarte dos resíduos. A linguagem deve ser simples e objetiva, ao alcance de todos. Integração é a palavra chave para gestão ambiental.

Objetivos Progressivos

Os objetivos das soluções devem ser primeiramente locais, mas galgar sempre maiores patamares. O problema das catástrofes naturais diz respeito a um âmbito mundial, mas as mudanças têm que começar de algum lugar.

Como vimos, nosso país sofre intensamente com as catástrofes ambientais, fomentadas (em sua maioria) pelas atividades antrópicas e o desenvolvimento desenfreado.

As consequências das mudanças climáticas que assolam as cidades são visíveis e irrefutáveis, muitas vezes causando grandes prejuízos materiais e incalculáveis perdas de vidas. Pequenos projetos podem inspirar maiores ações. O governo deve tratar com firmeza e seriedade a gestão ambiental no país e é preciso que haja conscientização e a integração da legislação com um trabalho de educação. É necessário também utilizar melhor os profissionais ambientais, para que estes, por sua vez, mantenham-se atualizados acerca dos problemas e possíveis soluções. Dessa forma, as consequências das tragédias ambientais serão mitigadas, e assim, menos sentidas pela população.

E você? Quais as suas ações no dia a dia para cumprir sua parte e minimizar as catástrofes ambientais? Quer dividir alguma experiência ou dica com a gente? Deixe nos comentários!

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