O profissional que trabalha com a gestão da segurança no trânsito atua em diversas organizações, tanto as públicas, como órgãos de trânsito federais, estaduais e municipais, quanto as do âmbito privado, como os centros de formação de condutores e consultorias.

Seu papel é essencial no mundo de hoje, pois são necessários profissionais criativos e dedicados para pensar em soluções que diminuam o número de acidentes e contribuam para uma melhor fluidez e mobilidade nos centros urbanos.

Não foi a toa que a ONU definiu que os anos entre 2011 e 2020 serão a década da Segurança Viária. O objetivo da organização é que os países membros atinjam a meta de redução de, no mínimo, 50% do número de vítimas de trânsito no período. E isso só será possível se os gestores públicos de segurança no trânsito conseguirem engajar tanto os órgãos governamentais como a sociedade civil, passando, obrigatoriamente pelos centros de condutores.

No artigo de hoje, vamos discutir quais são os 6 maiores desafios dos gestores públicos de segurança no trânsito para que o Brasil consiga atingir essa meta. Confira.

1. Inovação

Entender o que as principais metrópoles do mundo estão implantando com sucesso é fundamental para trazermos para o Brasil soluções inovadoras, mas adaptadas à nossa realidade.

2. Logística de bens de consumo, alimentos e insumos

Mais do que pessoas, a malha da entrada e saída de produtos e insumos em uma cidade é essencial para o seu desenvolvimento econômico. Aqui, deverão ser pensadas não apenas estratégias de logística, como vias de acesso e horários de entrada na cidade de veículos pesados, como legislações especiais para perecíveis e produtos tóxicos ou que apresentem qualquer risco para a saúde ou o meio ambiente.

3. Qualidade do transporte público

Pensar em melhorias no transporte público não diz respeito apenas à logística de pessoas nas cidades brasileiras, mas também no desenvolvimento de uma cultura do transporte público, que estimule as pessoas a deixarem os carros em casa com mais frequência, e melhore a qualidade de vida de quem não tem essa opção.

4. Hierarquia do trânsito

O estudo da hierarquia do trânsito é essencial para diminuir o número de acidentes com vítimas, uma vez que ele identifica quem são os elementos mais fracos, como pedestres e ciclistas e desenvolve ações focadas em sua segurança.

5. Acessibilidade

As cidades brasileiras são bastante hostis tanto para cadeirantes quanto para pessoas com mobilidade reduzida e deficientes visuais. É necessário desenvolver soluções específicas para a proteção e a garantia da segurança desses grupos no trânsito.

6. Meios de transporte alternativos: bicicletas

As cidades do mundo que conseguiram levar as bicicletas para as ruas com segurança resolveram muitos problemas de trânsito e melhoraram a qualidade de vida e a saúde da sua população. No entanto, para que os ciclistas consigam pedalar em segurança, é preciso pensar em projetos especiais como ciclovias, faixas de segurança e formação específica para os condutores.

Como você viu, os gestores públicos de segurança no trânsito precisam de uma formação sólida para enfrentar esse cenário de alta complexidade.

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