Um gestor de produção industrial tem portas abertas em qualquer setor e em empresas de todos os portes. Quem é realmente capacitado dificilmente fica sem emprego.

Porém, com a demanda por profissionais, também há exigências por parte das empresas, que querem colaboradores capazes para cuidar dos processos de forma competente e com abrangência nas funções exercidas.

Considerando que atualmente muitas empresas atuam no mercado global, surge a pergunta: é imprescindível que um gestor de produção industrial tenha domínio de outro idioma?

A resposta é: sim. Nas mãos desse profissional passa a parte mais crítica de uma indústria, sendo ele responsável por uma produção mais eficiente e menos onerosa. Eficiência e agilidade são metas que um gestor de produção industrial precisa perseguir em cada processo.

Quem quer entrar na área ou quem já é mais experiente no campo e quer se desenvolver, com certeza não poderá ficar fechado na cômoda posição de só falar o idioma de seu próprio país. Alguns podem até pensar que, se a indústria é nacional, não será preciso aprender outro idioma.

Mas é preciso considerar que um gestor de produção lida com processos, documentações de equipamentos e também com pessoal, dessa forma, constantemente terá que exercer ao máximo a tarefa de comunicar-se.

Segundo idioma: condição para atuar no mercado global

As máquinas utilizadas nos processos diversos são, em muitas vezes, provenientes de outros países, e nem todos possuem manuais traduzidos para a língua portuguesa. Ainda que se tenham manuais já traduzidos, sempre há a quebra de equipamentos, o que muitas vezes obriga à chamada de técnicos de outros países para verificar a tecnologia fabricada no exterior. Nessa hora, em que a precisão na comunicação é extremamente necessária, é preciso fazer uso de um segundo idioma.

Há também outras situações, como o envio de e-mails com perguntas sobre processos (principalmente em multinacionais), ou treinamento por parte dos fabricantes de maquinário são atividades corriqueiras em um ambiente produtivo. A dica que sempre vale é: não confie em tradutores eletrônicos para transmitir ideias técnicas.

Agora, pense na ocasião em que uma nova tecnologia precisa ser implementada na fábrica e a empresa necessite enviar para o exterior um representante para absorver o modus operandi e os procedimentos operacionais. Feiras de negócios e maquinários acontecem muito em outros países, e quem não domina um idioma terá menos liberdade para a pesquisa do que melhor cabe no projeto. Da mesma forma ao buscar uma graduação no exterior, o mínimo que um profissional deve ter é a capacidade de compreensão das disciplinas.

O mercado está muito competitivo e ter um diferencial permite chegar à frente de muitos. Um profissional com domínio de um segundo idioma tem muito mais chances de crescimento não só dentro do país, mas também fora dele.

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